Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 12 de junho de 2017. Atualizado às 22h43.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Agronegócios

Notícia da edição impressa de 13/06/2017. Alterada em 12/06 às 21h17min

Indonésia está próxima de abrir mercado gigante ao frango do País

Palestras do 14º Agrimark Brasil, na sede da EMATER RS

na foto: Francisco Turra

Palestras do 14º Agrimark Brasil, na sede da EMATER RS na foto: Francisco Turra


JONATHAN HECKLER/JONATHAN HECKLER/JC
Thiago Copetti
Ainda impactado por fatos negativos (leia-se Operação Carne Fraca e JBS), uma boa notícia chega ao mercado brasileiro de carnes e deve movimentar, em breve, indústrias e produtores. De acordo com o presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, deve ser publicada, nos próximos dias, a decisão da Organização Mundial do Comércio (OMC) que retira as barreirs técnicas impostas pela Indonésia ao frango brasileiro.
"Esse pleito estava em andamento há cerca de três anos. O governo indonésio nunca abriu e nunca justificou a proibição de importação de frango brasileiros. Para se ter uma ideia, chegando à Indonésia, teremos acesso a um mercado de 260 milhões de consumidores, hoje com pouco acesso à carne", comemorou Turra, um dos palestrantes do 14º Agrimark Brasil, realizado pelo I-UMA (Instituto de Educação no Agronegócio).
Sobre o mercado da carne e o impacto que ainda persiste no setor devido à Operação Carne Fraca e à crise da JBS, Turra afirma que as dúvidas e restrições internacionais ao produto brasileiro hoje vigoram em apenas seis países, e que os prejuízos relacionados à JBS - que teria reduzido suas compras - se concentram no Centro-Oeste brasileiro, já tendo sido "suavizados". "A crise política, sim, é grande, mas o agronegócio já se recuperou, restando apenas algumas perdas mais pontuais", avalia Turra.
Para o diretor técnico da Emater, Lino Moura, a situação, como está, com crises que afetam o mercado em geral, resta ao produtor melhor a gestão do negócio, aprimorar processos e desenvolver alternativas de renda que agreguem valor à propriedade.
Para o representante da Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura (FAO) no Brasil, Alan Bojanic, essa preparação do produtor vai envolver, cada vez mais, a alta tecnologia.
"O futuro para o aumento da produção mundial de alimentos vai passar por algo além da agricultura de precisão. Inclui, por exemplo, a robótica e a inteligência artificial", avalia Bojanic, também palestrante do 14º Agrimark.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia