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Porto Alegre, segunda-feira, 12 de junho de 2017. Atualizado às 22h43.

Jornal do Comércio

Economia

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Consumo

Notícia da edição impressa de 13/06/2017. Alterada em 12/06 às 20h32min

Multimix une ambiente físico e virtual da Paquetá

Ferramenta fica situada no centro da loja para fácil acesso do cliente

Ferramenta fica situada no centro da loja para fácil acesso do cliente


GRUPO PAQUETÁ/GRUPO PAQUETÁ/DIVULGAÇÃO/JC
A Paquetá The Shoe Company implementou na prática uma tendência de varejo muito proclamada, mas ainda pouco aplicada pelo mercado: a experiência multicanal. Os clientes das três bandeiras do Grupo - Paquetá, Paquetá Esportes e Gaston - vivenciam as facilidades de um sistema que rompeu a barreira entre os ambientes físico e virtual. A iniciativa, pioneira no segmento, teve um resultado de vendas 30% superior ao esperado já no primeiro mês. "O varejo está há 100 anos igual. Nós nos propusemos a reinventar o modelo de atendimento ao consumidor, e a resposta está sendo melhor do que imaginávamos", afirma Marcos Ravazzolli, diretor de Varejo da empresa que planeja faturamento de R$ 1,2 bilhão em 2017.
O sistema Multimix, em funcionamento nas 82 lojas do grupo no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina, permite ao consumidor conhecer um produto na loja física e comprá-lo na internet, ou vice-versa; comprar na internet e retirar na loja; comprar em uma loja e retirar em outra, comprar produtos de qualquer bandeira em qualquer loja, entre outras possibilidades impensáveis no modelo tradicional do varejo. Dentro da bandeira, o cliente ganha flexibilidade para fazer tudo o que quiser.
"O grupo evoluiu para integrar os sistemas de venda e unificar canais, ampliando as opções de consumo e de relacionamento com a marca", destaca Ravazzolli. O investimento no sistema não ultrapassou R$ 500 mil. De acordo com o executivo, o desenvolvimento do aplicativo usou como base a estrutura de e-commerce já em funcionamento. Fora isso, somente o custo dos 82 terminais de computador, instalados em cada loja. Os telões touch, totalmente intuitivos, são operados pelos vendedores no caso de o cliente não encontrar o produto que procura. Caso a loja não tenha a cor, o tamanho ou o modelo solicitado pelo cliente, é possível comprá-lo pelo e-commerce, com entrega em casa em até 24 horas.
Ravazzolli comenta que um dos principais problemas do varejo é a ruptura da venda na loja, que gera uma experiência negativa para o consumidor. "No segmento calçadista, a chance de ruptura é muito maior, porque envolve uma grade de pelo menos oito tamanhos e ninguém tem estoque infinito", explica. O Multimix busca solucionar este inconveniente usando todo o estoque do e-commerce para atender às lojas. No segundo semestre, o Multimix chega também às 68 unidades da Esposende, bandeira do grupo no Nordeste.
 

Recuperação de crédito avança 1,6% em maio ante abril, diz Boa Vista

A quantidade de pessoas que pagou dívidas em atraso e saiu dos registros de inadimplência cresceu 1,6% em maio na comparação ao registrado no mês anterior sem efeitos sazonais, informou a Boa Vista SCPC. Na comparação com maio de 2016, o indicador recuou 7,2%.
Já a variação acumulada em 12 meses (de junho de 2016 a maio de 2017) apresentou queda de 1,1%, enquanto no acumulado do ano (janeiro a maio) foi verificada queda de 0,6% em relação ao período equivalente em 2016.
Na análise por regiões, apenas o Sudeste (1,5%) apresentou alta na recuperação de crédito na comparação em 12 meses. No Norte, houve queda de -8,5%; Centro-Oeste teve retração de -6,0%; Sul, -1,0%; e Nordeste, -3,6%.
Diante dos dados de recuperação de crédito, avaliados como estáveis pela Boa Vista SCPC, o quadro de inadimplência da economia permanece "inalterado", "uma vez que o crescimento do fluxo de registros de consumidores inadimplentes nos últimos meses também permanece em níveis próximos da estabilidade".

Preços de produtos e serviços para o Dia dos Namorados flutuam

Preços de serviços e presentes para o Dia dos Namorados variaram bastante neste ano, de acordo com pesquisa do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Enquanto programas culturais subiram muito mais do que a inflação, acumulada em 4,05% nos últimos 12 meses até maio, o tradicional motel teve deflação de 4,29% no mesmo período. O ingresso para teatro foi o item que mais encareceu (27,14%), seguido por show (12,92%) e cinema (6,91%). A inflação dos restaurantes foi de 5,73%, enquanto as refeições em bares e lanchonetes estão pesando 6,73% mais no bolso.
Em média, os preços para esta data subiram 4,78%, entre junho de 2016 e maio deste ano, de acordo com o Ibre/FGV. A alta foi puxada pelos serviços, que estão 6,14% mais caros.
A boa notícia é que os hotéis e motéis estão, em média, 4,29% mais baratos. A alta nos presentes foi menor: de 2,56% em relação ao ano passado. Entre as várias opções, um dos destaques é o preço dos celulares, 5,16% menor. "Os presentes subiram menos, mas possuem, em geral, elevado nível de preços. Os celulares, por exemplo, estão mais baratos, mas o custo de um bom smartphone pode ser superior a R$ 1 mil. A esse preço, os financiamentos são muito utilizados, mas, ainda que os juros estejam recuando, o desemprego está inibindo a compra de bens de alto valor", explica André Braz, do Ibre/FGV. Para o economista, o momento não é ideal para assumir dívidas. "Nesse caso, só o consumidor que possui dinheiro para a compra à vista deve aproveitar." Segundo ele, compras a prazo vão exigir comprometimento da renda a longo prazo, e a situação do mercado de trabalho não está confortável para que se contraia dívidas longas.
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