Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 12 de junho de 2017. Atualizado às 16h30.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

mercado financeiro

Alterada em 12/06 às 16h33min

Petróleo fecha em alta após quedas recentes, mas perde fôlego no fim do pregão

O petróleo fechou com ganhos nesta segunda-feira, recuperando-se em partes de uma semana anterior bastante negativa para os contratos. Após mostrar alta mais expressiva, porém, o petróleo perdeu fôlego nas horas finais do pregão.
O petróleo WTI para entrega em julho fechou em alta de 0,55%, a US$ 46,08 o barril, na New York Mercantile Exchange (Nymex), e o Brent para agosto avançou 0,29%, a US$ 48,29 o barril, na ICE.
Os contratos perderam força na parte da tarde, quando o Departamento de Energia (DoE, na sigla em inglês) informou que a produção de xisto nos EUA deve aumentar 127 mil barris por dia em julho na comparação com o mês anterior, para 5,475 milhões de barris.
Além disso, os operadores estão na expectativa pela divulgação nesta terça-feira do relatório mensal da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Na quarta-feira, é a vez da Agência Internacional de Energia (AIE) publicar seu relatório mensal sobre o mercado da commodity.
Nesta segunda, o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid Al-Falih, afirmou que a crise diplomática com o Catar não afetará os preços do petróleo. A autoridade disse esperar que o Catar continue a honrar o acordo liderado pela Opep para reduzir a produção a fim de apoiar os preços.
O próprio Ministério de Energia do Catar afirmou no domingo que continua comprometido com o limite à produção até março de 2018, como acertado por vários países, entre eles a Rússia.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia