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Porto Alegre, sexta-feira, 09 de junho de 2017. Atualizado às 19h11.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura internacional

Alterada em 09/06 às 19h17min

Há planos alternativos caso teto da dívida não seja elevado, diz Mnuchin

O secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Steven Mnuchin, afirmou nesta sexta-feira que o governo do presidente Donald Trump tem "planos alternativos" para manter o governo em operação, caso o Congresso não eleve o teto da dívida antes de seu recesso de verão (local).
"Quanto antes ocorrer isso, menor é a incerteza no mercado", disse Mnuchin em entrevista coletiva na capital canadense, ao lado do ministro das Finanças do Canadá, Bill Morneau. "Este não é um problema, mas eu não quero deixar dúvidas de que temos planos, e planos alternativos, para financiar o governo."
Mnuchin não quis dar detalhes sobre o tema. O teto da dívida é uma lei aprovada no Congresso que limita o montante de dinheiro que o Tesouro pode emprestar. A medida coloca um freio no Tesouro, já que o Congresso define os impostos e requer que o Tesouro gaste o dinheiro, com suas legislações, mas também proíbe empréstimos para cobrir qualquer diferença.
No mês passado, Mnuchin pediu que o Congresso eleve o teto da dívida sem precondições. A dívida do governo, em quase US$ 20 trilhões, atingiu o limite imposto pelo Congresso em meados de março. Desde então, o Tesouro tem usado medidas para manter o caixa e não atrapalhar seu financiamento - essas medidas têm sido usadas rotineiramente nos últimos anos, após várias vezes o teto ter sido superado.
Na entrevista coletiva, a maioria das questões foi sobre as negociações comerciais entre EUA e Canadá, que junto com o México formam o Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (Nafta, na sigla em inglês). O Nafta está sob renegociação, a pedido do governo americano. Mnuchin disse que qualquer mudança no pacto garantirá a manutenção de uma relação comercial forte entre os países.
Mnuchin comentou ainda que sua prioridade nos EUA é aprovar a reforma tributária antes do fim do ano. Ele não quis comentar se as investigações no Legislativo sobre a suposta interferência da Rússia na disputa presidencial do ano passado poderiam atrapalhar a agenda econômica de Trump.
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