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Porto Alegre, sexta-feira, 09 de junho de 2017. Atualizado às 15h42.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 09/06 às 15h45min

Ouro fecha em queda em Nova Iorque em dia de dólar mais forte

O ouro fechou em baixa pelo terceiro dia consecutivo nesta sexta-feira (9), deixando as máximas na semana atingidas anteriormente. O dólar mais forte influiu, mesmo em um dia de eventos políticos importantes, que não conseguiram atrair muitos compradores em busca da maior segurança do metal.
O ouro para entrega em agosto fechou em queda de US$ 8,10 (0,63%), a US$ 1.271,40 a onça-troy, na Comex, divisão de metais da New York Mercantile Exchange (Nymex).
Investidores vinham se precavendo ante o risco do depoimento do ex-diretor do FBI James Comey no Comitê de Inteligência do Senado, da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE) e da eleição geral do Reino Unido, eventos ocorridos na quinta-feira. Entre eles, os operadores mostravam-se mais temerosos com a fala de Comey, mas a aparição dele e o BCE não trouxeram muitas surpresas, segundo o analista Nitesh Shah, da ETF Securities. "Comey não revelou nenhuma bala de prata ou nada chocante que os mercados já não soubessem", acredita Shah.
A eleição do Reino Unido, por outro lado, trouxe surpresas, com um resultado inconclusivo que acabou com as esperanças da premiê Theresa May de ampliar sua maioria, resultando, por outro lado, em um país com um Parlamento sem maioria absoluta. O resultado e a consequente queda da libra que se seguiu a ele trouxeram benefícios para as mineradoras de ouro do Reino Unido, mas não para os preços do ouro em si. "Em uma escala global, as eleições do Reino Unido não estão puxando os preços do ouro na proporção que se veria em caso de compras em busca de segurança", afirmou o analista Alan Spence, da Jefferies.
O dólar mais forte também influiu para o recuo do ouro. O dólar se fortaleceu durante o pregão, o que torna o metal mais caro para os detentores de outras moedas.
Investidores também já se preparam para a reunião de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano), na próxima semana. A expectativa é de que o Fed eleve os juros, o que deve impulsionar o dólar e reduzir o apetite pelo ouro.
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