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Porto Alegre, quinta-feira, 08 de junho de 2017. Atualizado às 00h22.

Jornal do Comércio

Economia

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Indústria Naval

Notícia da edição impressa de 08/06/2017. Alterada em 07/06 às 20h53min

Frente parlamentar discute polo naval em Brasília

No encontro, grupo apresentou as dificuldades dos estaleiros gaúchos

No encontro, grupo apresentou as dificuldades dos estaleiros gaúchos


JOVICALDO VALE/JOVICALDO VALE/DIVULGAÇÃO/JC
Após ter tentado recentemente se reunir com o presidente da República, Michel Temer, sem ter sucesso, a Frente Parlamentar em Defesa do Polo Naval de Rio Grande está tentando chamar a atenção para as dificuldades dos estaleiros gaúchos através de outros representantes do governo. Na terça-feira, foi realizada, em Brasília, a primeira reunião da Frente, entre gestores municipais, sindicalistas e entidades de classe com representantes dos ministérios de Minas e Energia e da Indústria, Comércio Exterior e Serviços e da Petrobras.
O grupo foi recebido no Ministério de Minas e Energia pelo secretário nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis, Márcio Felix. O coordenador da Frente Parlamentar, deputado estadual Nelsinho Metalúrgico (PT), avaliou como boa a reunião, pois abriu um diálogo com o governo federal para discutir o conteúdo local visando que as empresas possam construir no Brasil e continuar gerando emprego e desenvolvimento, principalmente na região Sul do Estado. O parlamentar também reforça que a Petrobras não pode abandonar um investimento feito no montante de R$ 5 bilhões no polo naval. O grupo deve se reunir no dia 22 de junho, às 14h, em Brasília, para aprofundar o tema.
Durante o encontro de terça-feira, o deputado federal Henrique Fontana (PT) cobrou do governo, durante audiência no Ministério de Minas e Energia, uma decisão política que faça a Petrobras retomar imediatamente os trabalhos da plataforma P-71, no estaleiro em Rio Grande da Ecovix. O parlamentar criticou o posicionamento da Petrobras que alegou falta de condições da Engevix (controladora da Ecovix) de continuar produzindo no Estado, questionando condições de produção da empresa que entrou em falência, demitindo milhares de trabalhadores.
O consultor da Presidência da estatal, Leandro Martins Alves, fez um comparativo de que, no Brasil, o atraso nos trabalhos nas plataformas é de mais de 400 dias, e, no exterior, de mais de 115 dias, alegando o desejo do atual governo em produzir as estruturas em outros países.
 
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