Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 05 de junho de 2017. Atualizado às 22h41.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

trabalho

Notícia da edição impressa de 06/06/2017. Alterada em 05/06 às 21h30min

Relatório da reforma trabalhista pode ser votado hoje

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado pode votar hoje o relatório da reforma trabalhista (PLC 38/2017), mesmo dia em que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) julgará a chapa Dilma Rousseff-Michel Temer. Acordo fechado por senadores da base e da oposição ainda na semana passada prevê a votação.
O senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES), relator da reforma na comissão, propõe que o Senado aprove o projeto sem modificar o texto da Câmara e defende que seis pontos sejam vetados pelo presidente Michel Temer. O pedido foi duramente criticado por senadores de oposição, que defendem que as mudanças sejam feitas pelo Legislativo.
Senadores oposicionistas apresentaram três relatórios alternativos defendendo a rejeição completa da proposta. Hoje, no início da reunião, o presidente da CAE, Tasso Jereissati (PSDB-CE), deve conceder a palavra para que os senadores da oposição leiam seus votos em separado, o que deve prolongar os trabalhos.
As discussões na comissão não têm sido tranquilas. A penúltima reunião, no dia 23 de maio, foi marcada por empurrões e agressões verbais entre senadores. Na reunião seguinte, a segurança foi reforçada.
A proposta de reforma trabalhista foi enviada ao Congresso pelo Executivo e passou por discussão em comissão especial na Câmara e por votação no plenário da Casa. Após votação na CAE, a reforma passará pela Comissão de Assuntos Sociais e pela Comissão de Constituição e Justiça antes de seguir para votação no plenário do Senado.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia