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Porto Alegre, quinta-feira, 29 de junho de 2017. Atualizado às 23h01.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 30/06/2017. Alterada em 29/06 às 21h25min

Palácio Piratini 2018

As eleições 2018 e a caminhada ao Palácio Piratini continuam movimentando os partidos e os políticos gaúchos, apesar de todos avaliarem que é muito cedo para acordos e coligações. O deputado federal gaúcho José Stédile (PSB) adianta que o partido está "apostando as fichas numa candidatura ao Senado do ponto de vista majoritário, que é a candidatura do Beto Albuquerque, com certeza. Não é vice, não é governador, não é deputado, é senador", salienta Stédile. Para o parlamentar, "é uma candidatura majoritária que ajudaria a alavancar os deputados também, que seria uma referência. E nós não temos uma definição ainda de quais opções que nós vamos ter para (...), vai depender muito da conjuntura estadual. É muito cedo ainda, é difícil. Mas está boa a tua provocação, tu foste muito criativo aí".
Candidatura competitiva
Na avaliação de José Stédile, um fato que pode alterar um pouco a conjuntura é essa definição do PSDB, porque os tucanos têm uma candidatura que de fato é competitiva. "É um jovem (Eduardo Leite). Ela (candidatura) é competitiva, porque (o PSDB) elegeu de fato (prefeitos) em grandes cidades, e o candidato é novo, tem uma (...), transparece, foi um bom prefeito, se reeleger, ele vai ser o novo na eleição. E eu acho que o povo está procurando por isso."
Sem escândalos
"O candidato do PSDB, Eduardo Leite, não está envolvido em nada, não tem nenhum tipo de escândalo, saiu da prefeitura sem nenhum tipo de problema", avaliou Stédile ao mesmo tempo em que afirma: "pode ter um fato novo, mas vamos aguardar, porque, daqui um pouco, ele próprio está indefinido. Acho que a estratégia dele de deixar para mais tarde, se for uma estratégia, não é conveniente. Chega uma hora que foram definidos os quadros, definidas as alianças, aí fica difícil de mudar", alertou o parlamentar e ex-prefeito de Cachoeirinha.
Conjuntura nacional
Fazendo uma análise da situação nacional e dos problemas que o País enfrenta com as denúncias contra o presidente Michel Temer (PMDB), José Stédile acentua: "Não tem mais condições. Seria bom para o Brasil e bom para ele se renunciasse; seria bom para a economia, principalmente. Eu não estou torcendo contra ninguém, mas, do jeito que está, vai se prolongar essa agonia".
Eleições diretas
"O ideal seriam as eleições diretas, mas não tem viabilidade nenhuma. Só haveria eleição direta se houvesse acordo, mas não tem acordo, teria que mudar a Constituição, tem que ter uma PEC (Proposta de Emenda à Constituição), e para ser rápido, para mudar a Constituição, fazer uma PEC, isso leva de oito a 10 meses. Termina em maio do ano que vem, aí não adianta; fazer eleições diretas em maio e em outubro não dá, né", analisa Stédile.
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