Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 29 de junho de 2017. Atualizado às 23h01.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR
Vinicius Ferlauto

Giro Rápido

Notícia da edição impressa de 30/06/2017. Alterada em 29/06 às 21h30min

Ativo brasileiro

Pela primeira vez em 40 anos, as cadeias de produção de veículos e de agroenergia convergem seus esforços para o desenvolvimento tecnológico de soluções conjuntas, políticas e normas de longo prazo para aumentar a eficiência energética e reduzir as emissões de CO2 vinculadas à mobilidade. A afirmação foi feita pelo engenheiro João Irineu Medeiros, diretor de Assuntos Regulatórios e Compliance da Fiat Chrysler Automobiles (FCA) para a América Latina, durante sua participação no Ethanol Summit, em São Paulo. Organizado pela União da Indústria de Cana-de-Açúcar e realizado a cada dois anos, o Ethanol Summit é um dos principais eventos do mundo voltados para as energias renováveis, particularmente o etanol e os produtos derivados da cana-de-açúcar. O encontro reúne empresários, autoridades, pesquisadores, investidores, fornecedores e acadêmicos do Brasil e do exterior. Medeiros ainda destacou que o Brasil tem um grande ativo nas mãos: a tecnologia e o parque produtivo da bioenergia e da frota flex.
Gestão de energia
A General Motors Mercosul recebeu o Prêmio Energy Management Insight 2017 do conselho Clean Energy Ministerial (CEM), um fórum global que promove políticas e programas de energia limpa, pelo sistema de gerenciamento de energia das fábricas de São Caetano do Sul (SP), Mogi das Cruzes (SP) e Gravataí (RS). O CEM possui representantes da Austrália, Canadá, Chile, China, Dinamarca, Finlândia, Alemanha, Índia, Indonésia, Japão, Coreia, México, Arábia Saudita, África do Sul, Suécia, Emirados Árabes Unidos e Estados Unidos.
Contraste de gerações
Pesquisa da J.D.Power, realizada entre fevereiro e março do ano passado, com 7.900 entrevistados, mostrou que os chamados "millenials" (ou geracão Y), jovens que estão recém-tirando a primeira habilitação, são os que encaram com maior naturalidade o advento dos carros-robôs. Nada surpreendente, pois já nasceram conectados, lidando com redes sociais e smartphones. Nessa faixa etária, 56% disseram confiar nos carros autônomos. Para contrastar, entre os denominados "baby boomers", nascidos logo após a Segunda Guerra Mundial (ou seja, pessoas hoje na casa dos 70 anos), esse índice cai para 23%. Segundo a J.D. Power, o patamar de confiança dos consumidores nos veículos robotizados é diretamente proporcional ao nível de interesse em novas tecnologias.
Compra vultosa
O Grupo JCA, um dos principais operadores de transporte rodoviário do País, com rotas que cobrem os estados de Santa Catarina, Paraná, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro, adquiriu 254 ônibus Marcopolo dos modelos Viaggio 900 e Paradiso 1050, 1200 e 1800 Double Decker (dois pisos) para ampliação e renovação de sua frota.
Conversa entre veículos
Automóveis "conversando" uns com os outros, com efeitos benéficos para o trânsito, sobretudo no que tange à segurança. Isso é o que promete a tecnologia chamada de V2V, que se tornará realidade em 2019, no que depender da Volkswagen. A montadora alemã anunciou que dotará seus primeiros veículos com o protocolo de comunicação que servirá a essa tecnologia a partir daquele ano. A V2V é considerada fundamental para os veículos autônomos e pode ser expandida para uma comunicação com os elementos de infraestrutura da via, como semáforos, por exemplo. Caso todos os veículos venham a dispor do sistema, eles seriam capazes de trocar informações sobre acidentes, obstáculos ou mesmo engarrafamentos em um raio de até 500 metros. Além de tornar o trânsito mais seguro e fluido, essa rede de informações proporcionaria economia no consumo de combustível dos carros, que ficariam menos tempo no "anda e para" de congestionamentos.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia