Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quarta-feira, 28 de junho de 2017. Atualizado às 23h56.

Jornal do Comércio

Colunas

COMENTAR | CORRIGIR

Frases e Personagens

Notícia da edição impressa de 29/06/2017. Alterada em 28/06 às 19h54min

Frases e personagens

Mangabeira Unger

Mangabeira Unger


ELZA FIÚZA/ABR /JC
"No governo Michel Temer (PMDB) são pessoas tão pequenas e com horizontes tão estreitos que não vale a pena pensar nelas. Havia na época de Lula (PT) a estratégia do nacional consumismo, que combinava o hábito de buscar soluções fáceis com a massificação do consumo. Em vez de construir um novo produtivismo, o grupo que chegou ao poder com Temer voltou à agenda perdida da década de 1980, a doutrina da confiança financeira." Mangabeira Unger, professor de Direito na Universidade de Harvard e ex-ministro de Assuntos Estratégicos na segunda gestão de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
"Minha posição pessoal não é a mesma do meu partido (PDT). Entendo que, dentro da atual circunstância que estamos vivendo, o mais sábio é seguir o procedimento constitucional. Ou seja: havendo denúncia, condenação ou impedimento do atual presidente, que se faça eleição indireta pelo Congresso Nacional. É uma solução de araque antecipar a eleição. Há um hábito no Brasil de não acreditar nos procedimentos e não ter paciência para aguardar um ano." Também Mangabeira Unger.
"Somente o Judiciário deve decidir sobre a culpabilidade ou não do presidente Michel Temer. Não se pode estabelecer culpabilidade antes que ela exista, nem estabelecer juízo que não cabe a nós, nem à opinião pública, nem ao Poder Executivo, tampouco aos jornalistas, mas, sim, ao Judiciário." João Doria (PSDB), prefeito de São Paulo.
"O apoio às reformas é o apoio ao Brasil. O governador Geraldo Alckmin (PSDB) e eu temos nos manifestado no sentido de proteger o Brasil e garantir a governabilidade. Não se trata de fazer a defesa do presidente Temer; e, sim, do Brasil." Também João Doria.
"A crise pela divulgação da gravação de conversa do empresário Joesley Batista com o presidente Temer não afetou a economia. Nos dias 18 e 19 de maio, teve aquele pico do risco, e depois as condições voltaram ao normal. A crise foi insignificante em termos de retração financeira, e sua transmissão na economia também será pequena." Fábio Kanczuk, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia