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Porto Alegre, segunda-feira, 15 de maio de 2017. Atualizado às 23h23.

Jornal do Comércio

Política

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Governo federal

Notícia da edição impressa de 16/05/2017. Alterada em 15/05 às 21h42min

Temer nega reunião para pagamentos de propinas

'São coisas fantasiosas, mas que pegaram', lamentou Michel Temer

'São coisas fantasiosas, mas que pegaram', lamentou Michel Temer


EVARISTO SA/EVARISTO SA/AFP/JC
Em entrevista a rádios regionais na manhã de ontem, o presidente Michel Temer (PMDB) voltou a refutar a informação de que ele teria comandado reunião para tratar de pagamento de propinas ao PMDB, que somariam US$ 40 milhões, conforme disse, em delação premiada, o ex-presidente da Odebrecht Engenharia Industrial Márcio Faria. Para Temer, essas acusações são "fantasiosas". O executivo disse que, nesse encontro, Temer sentava-se à cabeceira da mesa para combinar o valor.
"O Judiciário vai levar adiante essa coisa de sentado a uma cabeceira, fazendo reunião de mafiosos. E US$ 40 milhões você disse? É muita coisa, é muita coisa. São coisas fantasiosas, mas que pegaram. Divulgou-se muito, e isso tem que ser apurado. E será apurado", afirmou Temer. Quando questionado sobre a permanência de oito ministros de seu governo investigados pela Operação Lava Jato, Temer os defendeu e disse que a decisão sobre eles virá no momento oportuno, pois isso é dependente de inquérito.
"Em primeiro lugar, quero dizer que os ministros são da maior suposição administrativa, são ministros de uma competência extraordinária", disse, acrescentando que as questões relativas aos ministros também competem ao Poder Judiciário. Quanto à denúncia feita por Mônica Moura em delação ao Ministério Público contra Dilma Rousseff (PT), de que dinheiro de corrupção teria sido usado para pagar despesas com cabeleireiro da ex-presidente, Temer disse compreender a revolta popular, mas que "nós temos de deixar que Judiciário examine isso. Não se pode incriminá-la desde já. Não é a pessoa que delata quem condena. Quem condena é o Judiciário", completou.
 

'Babá do meu filho coisa nenhuma', reagiu o presidente sobre a assessora do Planalto

O presidente Michel Temer (PMDB) negou que o filho tenha babá, mas admitiu que uma assessora do Palácio do Planalto cuida da residência presidencial. No domingo, a coluna de Lauro Jardim, no jornal O Globo, mostrou que uma funcionária do Gabinete de Informação em Apoio à Decisão cuida de Michelzinho, de oito anos. Temer afirmou que o Planalto vai avaliar se ela deve mudar de órgão. "Babá do meu filho coisa nenhuma", declarou Temer.
O peemedebista afirmou que, por ter oito anos, o filho não precisa de babá. Isso seria necessário até "três ou quatro anos de idade", disse. "Saí da vice (presidência) para a estrutura da presidência, e está havendo adequações. Estão vendo o fato de ela ser contratada por um órgão aqui interno, se pode ou não prestar serviços lá (Jaburu). Se não puder prestar serviços, evidentemente que haverá reformulação", completou.
Leandra Brito está alocada em um órgão que deve municiar o presidente com dados para tomada de decisão. Leandra negou ser babá de Michelzinho, mas disse apenas que deve assessorar o presidente e a primeira-dama, Marcela Temer, "em toda e qualquer situação".
Leandra trabalha no Palácio do Jaburu, residência oficial, e em viagens da família Temer, como na Páscoa ou no Ano-Novo. O Planalto diz que ela está sendo transferida do gabinete para o estafe que serve à família presidencial, e alega questões burocráticas para a demora.
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