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Porto Alegre, terça-feira, 02 de maio de 2017. Atualizado às 22h45.

Jornal do Comércio

Política

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Assembleia Legislativa

Notícia da edição impressa de 03/05/2017. Alterada em 02/05 às 21h50min

Deputados tentam ampliar valor do carvão da CRM

Bruna Suptitz
A sessão plenária de ontem da Assembleia Legislativa não apreciou nenhum projeto devido à ausência de parlamentares que foram a Brasília participar de reunião no Ministério de Minas e Energia para tratar do valor da venda de carvão da Companhia Riograndense de Mineração (CRM) à Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE), única cliente da estatal. O líder do governo na Assembleia, Gabriel Souza (PMDB), comemorou o resultado do encontro, que considera positivo para o governo e para o Estado.
A demanda da comitiva gaúcha é aumentar o valor pago pela tonelada do carvão extraído pela CRM, que hoje é de R$ 53,00, para R$ 68,00. A definição será tomada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), que deverá se manifestar até semana que vem. Para Souza, "essa solução é mínima e deixa a companhia operando, o que reforça a proposta de encaminhar para a privatização ou federalização".
A CRM é uma das estatais que fazem parte da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) enviada para a Assembleia pelo governador José Ivo Sartori (PMDB), que prevê a retirada da obrigatoriedade de plebiscito para a venda de companhias do setor energético no Estado. O deputado sustenta que, sem esse recurso, a CRM correria o risco de fechar as portas sem oferecer nenhum atrativo para venda. "Essa medida fortalece a tese da PEC", afirma.
Sem votação na sessão da tarde de ontem, os debates no plenário da Assembleia Legislativa tiveram como tema principal a greve geral da última sexta-feira. As sessões deliberativas em plenário devem ser retomadas a partir da próxima terça-feira.
 
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