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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 22h54.

Jornal do Comércio

Internacional

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Venezuela

Notícia da edição impressa de 12/05/2017. Alterada em 11/05 às 20h58min

Bombas de fezes são 'armas bioquímicas', diz inspetora

Uma arma inusitada tem sido usada contra membros das forças venezuelanas durante manifestações contrárias ao presidente Nicolás Maduro: bombas de fezes. Para a Inspetora-Geral dos Tribunais da Venezuela, Marielys Valdéz, as bombas devem ser consideradas "armas bioquímicas" - passíveis de punições rigorosas.
"O uso de armas 'químicas', neste caso, fezes humanas e de animais, gera consequências, pode afetar a água e poluir terrivelmente. Pessoas especialmente vulneráveis, como crianças e idosos, podem contrair hepatite ou infecções", afirmou. A onda de protestos já deixou pelo menos 39 mortos desde abril.
Chamadas de "poopootov" - em um trocadilho com os incendiários coquetéis molotov -, as armas começaram a ser usadas após o aumento da repressão aos protestos.
 
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