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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de maio de 2017. Atualizado às 19h56.

Jornal do Comércio

Internacional

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Estados Unidos

Alterada em 03/05 às 20h02min

Nafta é obsoleto e China abusa do protecionismo, diz secretário dos EUA

O secretário de Comércio dos Estados Unidos, Wilbur Ross, manteve a linha do discurso do presidente Donald Trump e atacou dois dos principais alvos da beligerância do chefe da Casa Branca: o México e a China.
Em evento da agência Bloomberg em Nova Iorque, Ross indicou que o Tratado de Livre-Comércio da América do Norte (NAFTA) pode ser legalmente desfeito, mas que não será abandonado até que haja um instrumento para substituí-lo.
"O Nafta é, na melhor das hipóteses, um acordo obsoleto", afirmou. "Há partes que são OK. Há partes que funcionaram. Mas apenas o fato de que um acordo de comércio foi negociado há anos não significa que não pode ser alterado. Todos estes acordos comerciais têm disposições para cancelamento."
O Nafta esteve no centro das discussões nos últimos anos. Ainda em 2015, quando era apenas pré-candidato republicano, Trump prometeu romper com a aliança comercial, que une os EUA ao México e Canadá. Na semana passada, o presidente americano voltou atrás e sinalizou estar disposto a renegociar os termos do contrato.
Atualmente, os EUA vivem um desequilíbrio na balança comercial com os principais parceiros, Canadá, México e China, que soma mais de US$ 30 bilhões por mês em vendas ao mercado americano.
Ross acusou ainda a China de estar entre os países que mais reivindica o livre comércio global, mas é "protecionista". "São coisas que não podem coexistir", disse.
Perguntado sobre o papel dos Estados Unidos no comércio global, Ross reiterou que a administração de Donald Trump quer mais reciprocidade com parceiros, porque o país não deve "absorver os excessos de exportações do mundo". "É necessário um equilíbrio", disse.
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