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Porto Alegre, segunda-feira, 01 de maio de 2017. Atualizado às 22h48.

Jornal do Comércio

Internacional

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Relações diplomáticas

Notícia da edição impressa de 02/05/2017. Alterada em 01/05 às 19h38min

Casa Branca atenua declaração de Trump sobre encontrar Kim Jong-un

Horas após o presidente dos EUA, Donald Trump, afirmar em entrevista que poderia vir a se reunir com o ditador norte-coreano, Kim Jong-un, caso as condições fossem adequadas, a Casa Branca esclareceu: no momento, elas não são.
Trump, cuja retórica em relação a Pyongyang tem subido de tom nos últimos dias, fez a declaração ao serviço noticioso Bloomberg. "Se for apropriado que eu me encontre com ele, eu ficaria honrado em fazê-lo", declarou, acrescentando que "a maioria dos políticos jamais diria tal coisa".
Apesar da declaração, Trump não indicou quais seriam as circunstâncias adequadas a que se referiu. Mas o porta-voz da Casa Branca, Sean Spicer, disse mais tarde a jornalistas que as condições para o encontro não estavam dadas. Entre outras coisas, Spicer afirmou que seria necessário que o regime norte-coreano recuasse em suas provocações a Washington.
Na semana passada, Pyongyang, que hoje tem capacidade nuclear, voltou a realizar testes de mísseis, em um sinal de que poderia atingir o território de aliados. O teste, porém, falhou. Na semana anterior, o governo dos EUA ordenou o posicionamento de embarcações de guerra, como um submarino nuclear e um porta-aviões, nas imediações da Península Coreana.
Ontem, a Marinha do Japão enviou seu maior destróier ao encontro de navios militares dos EUA ao longo da costa japonesa, em meio à forte tensão na península. O destróier estaria pronto para escoltar um navio de abastecimento.
Desde que tomou posse, em janeiro, Trump afirmou, mais de uma vez, que a questão norte-coreana precisaria ser "resolvida" e que os EUA não hesitariam em fazê-lo caso a China não tomasse medidas a respeito.
 

Destroyer japonês parte para escoltar navios norte-americanos

A Marinha do Japão enviou seu maior destroyer ao encontro de navios militares dos Estados Unidos ao longo da costa japonesa, em meio à forte tensão na península coreana. O porta-helicópteros Izumo partiu do porto de Yokosuka, perto de Tóquio, na madrugada de ontem.
Segundo a mídia japonesa, o destroyer está pronto para escoltar um navio de abastecimento dos EUA no oceano Pacífico, ao Sul de Tóquio. Trata-se de uma nova missão sob a nova legislação de segurança, permitindo que o Exército japonês desempenhe um papel maior nas atividades no exterior.
Quem mora perto das bases militares dos EUA no Japão enfrenta uma nova realidade: seus bairros estão na linha de frente da disputa da Coreia do Norte com os Estados Unidos, e se Pyongyang fosse atacar, eles teriam apenas alguns minutos para se abrigar dos mísseis.
O taxista Seijiro Kurosawa mora em Fussa, perto da Base Aérea de Yokota. "Não há como fugir disso. Nós não temos bunkers, abrigos ou algo assim".
Um possível ataque de mísseis e o que fazer sobre isso têm dominado a mídia japonesa nas últimas semanas. O atual arsenal da Coreia do Norte é capaz de atingir os 50 mil soldados dos EUA que estão no Japão.
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