Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 29 de maio de 2017. Atualizado às 22h32.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

Saúde

Notícia da edição impressa de 30/05/2017. Alterada em 29/05 às 21h06min

Vacinação contra gripe está liberada para toda a população no Rio Grande do Sul

Secretário Gabbardo apresentou números da gripe no Estado em coletiva de imprensa

Secretário Gabbardo apresentou números da gripe no Estado em coletiva de imprensa


FREDY VIEIRA/JC
Suzy Scarton
A Secretaria Estadual da Saúde decidiu liberar o acesso às vacinas contra a gripe para toda a população do Rio Grande do Sul. Embora a pasta vá priorizar os grupos mais vulneráveis, qualquer pessoa que quiser se imunizar poderá receber a dose gratuitamente nos postos, enquanto durarem os estoques. Ainda há cerca de 1 milhão de doses disponíveis, e a intenção da pasta é que o maior número de pessoas seja vacinado antes da chegada do inverno.
A campanha nacional de vacinação terminou na sexta-feira. No mesmo dia, o Ministério da Saúde anunciou a prorrogação até 9 de junho. No Estado, a meta de cobertura de 90% do grupo prioritário ainda não foi atingida, uma vez que somente 78,63% das pessoas pertencentes aos grupos de vulnerabilidade (crianças, idosos, trabalhadores de saúde, puérperas, gestantes, indígenas, professores e pessoas com comorbidades) receberam as doses.
Em algumas cidades, como Santa Rosa, a cobertura foi de 89,55%. No entanto, a procura foi muito baixa em municípios como Pelotas (59,86%) e Viamão (40,68%). Em Porto Alegre, 78,13% da população pertencente aos grupos prioritários foi vacinada.
De acordo com o secretário estadual da Saúde, João Gabbardo dos Reis, o número baixo de casos graves e de óbitos em decorrência da doença é um dos fatores que levam os gaúchos a não procurarem os postos.
Desde o começo do ano, o Rio Grande do Sul registrou 75 casos e sete óbitos. No mesmo período no ano passado, foram 1.017 casos e 150 óbitos. "Como a doença não aparece tanto, as pessoas não ficam estimuladas a procurar a vacina. Temos de utilizar essas doses antes que chegue o inverno, caso contrário perdemos aquelas duas ou três semanas necessárias para a imunização fazer efeito", explica. Por enquanto, não houve nenhum caso de H1N1, e o vírus em circulação é o H2N3, que não causa gripes tão fortes. 
O que chamou a atenção no período de campanha neste ano foi a baixa adesão de crianças (entre seis meses e até cinco anos). Somente 59,95% das crianças dessa faixa etária foram imunizadas no Estado, enquanto a Capital vacinou apenas 50% do total (37.668 mil, dos 75.330 previstos). O secretário municipal de Saúde de Porto Alegre, Erno Harzheim, explicou que, desde o começo da campanha, a pasta vem visitando escolas de Educação Infantil com a intenção de promover a vacina.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia