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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de maio de 2017. Atualizado às 13h25.

Jornal do Comércio

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Imprensa

03/05/2017 - 13h23min. Alterada em 03/05 às 13h26min

Comissão do CNJ vai monitorar processos que envolvem trabalhos de jornalistas

Cármen Lúcia avalia que serão verificadas censuras judiciais ou processos envolvendo comunicadores

Cármen Lúcia avalia que serão verificadas censuras judiciais ou processos envolvendo comunicadores


ANDRESSA ANHOLETE/AFP/JC
Agência Folhapress
A presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministra Cármen Lúcia, anunciou nesta quarta-feira (3) a instalação de uma comissão no Conselho Nacional de Justiça (CNJ) para monitorar processos envolvendo o trabalho de jornalistas. O órgão contará com conselheiros do CNJ, além de representantes das associações de imprensa. A medida é anunciada no Dia Internacional da Liberdade de Imprensa.
Com isso, segundo a ministra, o conselho poderá examinar e dar prioridade aos problemas que dizem respeito ao Judiciário, além de verificar críticas e censuras judiciais ou processos que envolvam comunicadores.
"Queremos saber quais são os problemas com uma Constituição que garante tão amplamente liberdades, inclusive a liberdade de imprensa, e com um texto que não necessita de grande intervenção para ser interpretado: é proibido qualquer tipo de censura", disse Cármen Lúcia durante evento em Brasília sobre liberdade de imprensa. "O Brasil não é país que garanta livremente a liberdade de jornalista. Quero apurar isso de uma forma até melhor", afirmou.
Segundo a magistrada, com informações precisas, os brasileiros podem fazer escolhas melhores. Para isso, de acordo com ela, é necessário "assegurar a plena cidadania informada, livre, e portanto, crítica e responsável pelas suas escolhas, sem o que nós continuaremos a ter parcela de analfabetismo político pela ausência de informações precisas a partir das quais cada cidadão brasileiro possa fazer sua escolha", afirmou. Cármen Lúcia disse ainda que as lutas do Judiciário e do jornalismo têm valores iguais.  O fórum foi criado pelo ex-ministro Joaquim Barbosa, mas até hoje não foi implementado, disse a presidente do STF.
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