No Rio Grande do Sul, 9% dos inativos possuem mais de 80 anos Cada um tem de saber o que quer da vida Foto: ANTONIO PAZ/ARQUIVO/JC

Sobre não ter idade

Aqui, no GeraçãoE, o integrante mais velho tem 30 anos e a mais nova, 20. E, por vezes, nos questionamos sobre a sintonia entre a nossa idade e o que aprontamos por aí. "Será que ainda combinamos com isso?" ou "será que já estamos preparados para falar daquilo?" são indagações que surgem.
Há algum tempo - para a nossa alegria -, chegou até a redação um vídeo que dizia que não há mais idade certa ou errada para nada. As imagens afirmavam que quem tem 30 anos pode recomeçar toda uma vida, pois, se chegar aos 60, significa que teria sua existência inteira para repetir (em termos de tempo).
Ou seja, os que acumulam três décadas têm, sim, todo o direito de trocar de carreira, de começar uma faculdade nova, de empreender, de largar tudo.
E quem está com 40, 50, 60, 70 anos? Também. Hoje, a mistura de gerações faz um bem danado às marcas. Experiência misturada com intimidade tecnológica resulta em diversidade. Que, aliás, é um ótimo motor para a inovação.
Nossa matéria de capa fala justamente sobre isso. Sobre a atenção do mercado e das pessoas a respeito dessa mudança de paradigmas. De que velhice está, única e exclusivamente, na cabeça. Mas, independentemente de qualquer coisa, esperamos que o direito de se aposentar esteja assegurado, ok?! #liberdade
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