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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de junho de 2017. Atualizado às 00h48.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado de Capitais

Notícia da edição impressa de 01/06/2017. Alterada em 31/05 às 21h16min

Ibovespa fecha maio com queda acumulada de 4,12%

O comportamento das commodities no mercado internacional comandou o azedume no último pregão do mês de maio e trouxe o principal índice da bolsa para baixo dos 63 mil pontos novamente. O Ibovespa fechou o pregão em queda de 1,96%, aos 62.711 pontos. E encerra o mês de maio com queda de 4,12%, o maior recuo mensal deste ano.
Entre as blue chips das empresas ligadas a commodities, as maiores baixas foram vistas nas ações ON, preferência dos investidores não residentes. Esses estrangeiros começaram a ir às compras no dia 18 de maio - em que veio a público a gravação de Joesley Batista, executivo da J&F, implicando o presidente Michel Temer, e o Ibovespa fechou aos 61.600 pontos.
Analistas de mercado disseram, durante o dia, que as leituras dos PMIs (industrial e de serviços) de abril, na China, embutiram sinais de fraqueza daquela economia. Para Liu Xuezhi, do Bank of Communications, o subíndice de produção do PMI industrial oficial caiu pelo segundo mês consecutivo, ao passo que os preços de entrada e saída também enfraqueceram.
Nesse contexto, os papéis da Vale e sua principal acionista, a Bradespar, figuraram hoje entre as maiores baixas do índice. As ações PN e ON da mineradora fecharam em queda de 4,62% e 5,00%, respectivamente.
Já as ações da Petrobras seguiram a direção dos contratos futuros de petróleo nas bolsas internacionais. O petróleo WTI para julho fechou em baixa de 2,70%, a US$ 48,32 o barril, enquanto Brent para agosto, o mais líquido, recuou 2,83%, a US$ 50,76 o barril. Os papéis da Petrobras caíram 2,99% (PN) e 3,88% (ON).
Quase no fim do pregão no Brasil, as ações dos bancos recuavam acompanhando o movimento de seus pares em Nova Iorque, onde Bank of America e Goldman Sachs recuavam 1,82% e 3,33%, respectivamente, no fechamento do pregão por lá. Por aqui, ações ON do Banco do Brasil perderam 2,28% e do Bradesco, 2,35%.
Temores relacionados à futura delação do ex-ministro petista Antonio Palocci influenciaram negócios ligados aos papéis tanto do BTG quanto da BR Foods, que também tiveram recuos fortes. A queda da BRF, que já acumulava desvalorização superior a 8% no mês, também foi relacionada ao rebalanceamento do índice MSCI. Em comentário, o Santander chamou a atenção para fundos que se antecipam ao fato.
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Dólar à vista registra baixa de 0,82%, a R$ 3,2329

O mercado de câmbio foi vendedor ontem e manteve o dólar em baixa desde a abertura, minimizando as indefinições do cenário político nacional. Um conjunto de fatores teria contribuído para o movimento, como a influência internacional, o ingresso de recursos externos e, ainda, a desmontagem parcial de posições compradas. No radar ainda estiveram as apostas para a reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que levaram os juros dos DIs a fecharem nas mínimas do dia. O dólar à vista no balcão fechou em baixa de 0,82%, aos R$ 3,2329.
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