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Porto Alegre, quinta-feira, 01 de junho de 2017. Atualizado às 00h48.

Jornal do Comércio

Economia

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consumo

Notícia da edição impressa de 01/06/2017. Alterada em 31/05 às 20h58min

Número de famílias endividadas recua em maio após três elevações

O percentual de famílias endividadas em maio cedeu e ficou em 57,6%, uma queda de 1,3 ponto percentual frente ao mês anterior, segundo a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic). O dado foi divulgado ontem pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC) e mostra queda após três altas seguidas do indicador.
"A redução recente do indicador pode estar relacionada à queda na margem do custo de crédito, além do ritmo ainda fraco de concessão de empréstimos e financiamentos para as famílias", explica Marianne Hanson, economista da CNC.
A proporção das famílias com dívidas ou contas em atraso teve leve aumento, alcançando 24,2% em maio, contra 24,1% em abril e os 23,7% apurados em maio de 2016. Já a parcela de famílias que declararam não ter como pagar as dívidas, permanecendo inadimplentes, diminuiu na comparação mensal, alcançando 9,5% em maio, ante os 9,7% em abril. Na comparação anual, no entanto, houve alta de 0,5 ponto percentual.
Houve redução no número de famílias que se declararam muito endividadas - de 14,3% em abril para 13,7% maio. Na comparação anual, a queda foi de 1,2 ponto percentual.
O tempo médio de atraso para o pagamento de dívidas foi de 62,6 dias em maio, estável em relação ao mesmo período do ano passado. Em média, o comprometimento com as dívidas foi de 7 meses.
 
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