Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, quinta-feira, 25 de maio de 2017. Atualizado às 08h28.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Mercado Financeiro

Alterada em 25/05 às 08h29min

Petróleo cai com indício de que Opep renovará cortes por não mais que 9 meses

Os futuros de petróleo operam em baixa significativa, revertendo ganhos exibidos durante a madrugada, após o ministro de Energia da Arábia Saudita, Khalid al-Falih, sugerir que os atuais cortes na produção da commodity não serão estendidos por mais do que nove meses.
Às 7h54min (de Brasília), o petróleo tipo Brent para julho caía 1,59% na IntercontinentalExchange (ICE), a US$ 53,10 por barril, enquanto o WTI para o mesmo mês recuava 1,87% na New York Mercantile Exchange (Nymex), a US$ 50,40 por barril.
Em fala a repórteres antes do início de uma aguardada reunião da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) hoje em Viena, Falih disse que acordos da Opep e de vários outros países - incluindo a Rússia - para reduzir a produção combinada em torno de 1,8 milhão de barris por dia ao longo deste primeiro semestre deverão ser renovados até março de 2018.
Alguns operadores tinham a esperança de que os pactos fossem estendidos por um período mais longo, de 12 meses, ou que os produtores optassem por cortes mais agressivos. Segundo Falih, por enquanto, a redução atual na produção é "mais do que suficiente".
Fontes citadas pela Dow Jones Newswires dizem que a Opep já teria votado pela extensão de nove meses.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia