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Porto Alegre, terça-feira, 23 de maio de 2017. Atualizado às 18h26.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 23/05 às 18h27min

Após sessão volátil, dólar tem correção em baixa mesmo com incertezas

Enquanto não existem sinais claros sobre qual será o futuro político do País, os investidores tentam aprender a viver com a incerteza. O dólar teve uma sessão volátil, mas oscilou em margens estreitas, e acabou terminando em queda leve. Permeia os mercados uma percepção de que a atual equipe econômica pode ser mantida, seja qual for o governo, e tentar avançar com a implementação das reformas estruturais.
O dólar à vista no balcão caiu 0,19%, fechando a R$ 3,2655, após oscilar entre a mínima de R$ 3,2566 (-0,46%) e a máxima de R$ 3,2878 (+0,50%). O giro registrado pela clearing de câmbio da B3 foi de US$ 1,157 bilhão. O dólar futuro para junho recuava 0,14% por volta das 17h15, a R$ 3,2725. O volume de negócios era de US$ 17,983 bilhões. No exterior o dólar também teve um pregão instável ante outras moedas emergentes e de países exportadores de commodities, mas no fim do dia operava majoritariamente em alta, com destaque para os avanços ante a lira turca (+0,53%), a rupia indiana (+0,68%) e o dólar canadense (+0,11%).
No noticiário doméstico, apesar da crise política, faltaram notícias concretas hoje. O destaque foi a tentativa de base governista de avançar com a reforma trabalhista na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Senado. O relator, Ricardo Ferraço (PSDB-ES), chegou a publicar seu parecer na internet e considerou o texto lido, mas a sessão foi interrompida após um tumulto que quase terminou em pancadaria.
No exterior, apesar do fortalecimento no fim do dia, o dólar operou em queda durante boa parte do pregão, com o petróleo em alta incentivando o apetite por risco. A maré virou no meio da tarde, à medida que foram surgindo novas informações sobre a proposta de Orçamento para 2018 feita pelo governo do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.
O superávit em conta corrente do Brasil ficou positivo em US$ 1,153 bilhão em abril, acima da mediana dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast, de US$ 1,200 bilhão. Nos últimos 12 meses até abril deste ano, o saldo das transações correntes está negativo em US$ 19,845 bilhões, o que representa 1,06% do Produto Interno Bruto (PIB). Este é o menor porcentual em relação ao PIB desde abril de 2008. Enquanto isso, o investimento direto no País (IDP) somou US$ 5,577 bilhões em abril, ante projeção de US$ 4,8 bilhões. Em 12 meses, a cifra chega a US$ 84,691 bilhões.
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