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Porto Alegre, terça-feira, 16 de maio de 2017. Atualizado às 14h56.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 16/05 às 15h02min

Bolsas da Europa fecham sem direção definida

Os principais índices acionários europeus fecharam em direções divergentes nesta terça-feira (16) influenciados por notícias do corporativo, por mais uma polêmica envolvendo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e por dados mistos da região. Em meio a essa conjunção de fatores, o índice pan-europeu Stoxx 600 encerrou em queda de 0,02%, aos 396,03 pontos.
Na segunda-feira, 15, o jornal Washington Post publicou que Trump revelou a autoridades russas informações sigilosas sobre o grupo terrorista Estado Islâmico. No entanto, as informações não poderiam ter sido compartilhadas nem mesmo com aliados americanos, segundo as fontes ouvidas pelo jornal.
Tanto a Casa Branca quanto Moscou negaram a acusação. Investidores vêm acompanhando de perto o progresso do presidente americano no Legislativo, a fim de que o governo aprove uma proposta de reforma tributária, enviada há alguns dias para a Câmara dos Representantes. Agora, monitoram para saber se a nova polêmica pode prejudicar a tramitação do projeto.
Na Europa, o índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) do Reino Unido avançou 2,7% em abril na comparação anual, no maior patamar desde setembro de 2013 e bem acima da meta de 2% do Banco da Inglaterra (BoE, na sigla em inglês). O Produto Interno Bruto (PIB) da zona do euro, por sua vez, teve crescimento de 0,5% no primeiro trimestre ante o anterior e avanço anual de 1,7%. Na Alemanha, o índice ZEW de expectativas econômicas subiu de 19,5 em abril para 20,6 em maio, mas abaixo da previsão dos analistas, de 22,0%.
Na Bolsa de Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,91%, em 7.522,03 pontos. No setor bancário, Lloyds subiu 1,10%, enquanto a petroleira BP teve ganho de 1,09%. Entre as mineradoras, Glencore e Antofagasta subiram 0,90% e 1,96%, respectivamente.
Em Frankfurt, o índice DAX caiu 0,02%, para 12.804,53 pontos, praticamente estável. Entre os bancos alemães, Deutsche Bank e Commerzbank tiveram queda de 0,63% e 0,26%, respectivamente. No setor de energia, E.ON caiu 0,25%. Já Deutsche Telekom avançou 0,97% e Thyssenkrupp teve alta de 4,12%.
Na Bolsa de Paris, o CAC-40 recuou 0,21%, a 5.406,10 pontos. Electricité de France SA, porém, teve alta de 7,1%, após o deputado conservador Édouard Philippe - um ex-funcionário da Areva - ser nomeado primeiro-ministro. A petroleira Total subiu 0,72% e Carrefour avançou 1,77%, mas Avanquest teve baixa de 7,80% e AXA, de 0,70%.
Em Milão, o índice FTSE-MIB fechou com ganho de 0,38%, em 21.787,90 pontos. Telecom Italia subiu 1,61% e Enel avançou 2,41%, mas Saipem caiu 0,40% e Fiat teve queda de 0,49%. Banco BPM fechou em queda de 0,92%.
Na Bolsa de Madri, o índice IBEX-35 avançou 0,22%, para 10.982,40 pontos. CaixaBank subiu 1,12% e Santander caiu 0,15%, no setor bancário, enquanto Iberdrola teve alta de 1,61% e Repsol avançou 1,22%.
Em Lisboa, o índice PSI-20 recuou 0,92%, para 5.195,57 pontos. Banco Comercial Português teve queda de 3,53%, mas Galp Energia subiu 0,48%. Sonae teve baixa de 1,87% e Sonae Capital caiu 3,40%. 
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