Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 15 de maio de 2017. Atualizado às 23h23.

Jornal do Comércio

Economia

COMENTAR | CORRIGIR

Balanços

Notícia da edição impressa de 16/05/2017. Alterada em 15/05 às 21h18min

Braskem registra ganho não auditado de R$ 1,905 bilhão

A Braskem reportou ontem o balanço do primeiro trimestre de 2017 não auditado, com lucro líquido de R$ 1,908 bilhão, um valor 2,5 vezes acima do registrado no mesmo período do ano passado. Aos acionistas da companhia, o lucro líquido atribuível foi de R$ 1,799 bilhão, uma alta de 125% ante o primeiro trimestre de 2016. Já o lucro atribuível ao acionista não controlador na Braskem Idesa foi de R$ 107 milhões, ante prejuízo de R$ 28 milhões no ano passado.
De janeiro a março de 2017, o Ebitda (lucro antes de impostos, juros, depreciação e amortização) ajustado atingiu R$ 3,598 bilhões, um avanço de 16% ante igual intervalo de 2016. A margem Ebitda passou de 26% para 28,6%.
O balanço do total do ano de 2016 ainda não foi divulgado com aprovação dos auditores. O presidente da Braskem, Fernando Musa, revelou que os trabalhos estão próximos da conclusão, mas ainda não há prazo definido para a divulgação do balanço auditado referente a 2016. Segundo ele, os números do primeiro trimestre de 2017 também foram divulgados sem revisão da auditoria em função exatamente do atraso na publicação dos de 2016.
Musa detalhou que o processo de investigação, no âmbito da Operação Lava Jato, ocorreu sob sigilo e os auditores tiveram acesso somente em 21 de dezembro, quando foi firmado o Acordo Global da companhia com Brasil, EUA e Suíça. O acordo envolve o pagamento de multas de US$ 957 milhões, e já foi aprovado pela Justiça dos EUA e Suíça. No Brasil, o acordo já foi homologado pelo Ministério Público Federal e aguarda agora a Justiça Federal, da 13ª vara, do juiz Sérgio Moro.
 
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia