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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 22h44.

Jornal do Comércio

Economia

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Notícia da edição impressa de 12/05/2017. Alterada em 11/05 às 20h24min

Juros para operações de crédito caem pelo quinto mês seguido

Ao ano, a queda foi de 153,78% para 148,2% nas concessões para pessoas físicas

Ao ano, a queda foi de 153,78% para 148,2% nas concessões para pessoas físicas


MARCOS SANTOS/MARCOS SANTOS/USP IMAGENS/DIVULGAÇÃO/JC
As taxas de juros para operações de crédito caíram em abril, pelo quinto mês seguido, aponta a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac). A entidade atribui a queda aos consecutivos cortes na Selic, sendo o último deles no dia 12 de abril, quando o Banco Central (BC) reduziu a taxa de 12,25% para 11,25% ao ano.
Para o diretor executivo de estudos e pesquisas da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, a expectativa é de que, diante da desaceleração da inflação e de uma política fiscal mais rígida por parte do governo, novas reduções na Selic ocorram ao longo do ano, "o que reduz o custo de captação dos bancos, possibilitando novas reduções das taxas de juros nas operações de crédito".
Oliveira, no entanto, pede cautela. "Tendo em vista o cenário econômico atual, que aumenta o risco de elevação dos índices de inadimplência por conta da recessão econômica em curso e do desemprego elevado, pode haver o risco de novas elevações das taxas de juros das operações de crédito aos consumidores, tanto na pessoa física quanto na jurídica", disse.
Em abril, as taxas foram reduzidas em todas as linhas de crédito, tanto as oferecidas para a pessoa física quanto as que se destinam à pessoa jurídica. Na média das linhas para pessoa física, houve diminuição de 8,07% na taxa mensal em março para 7,87% em abril. Ao ano, a redução foi de 153,78% para 148,2%.
No caso do cartão de crédito, a média da taxa mensal caiu de 15,13% para 14,31%, e a da anual recuou de 442,33% para 397,75%. O juro cobrado para cheque especial, por sua vez, foi reduzido, na média, de 12,38% ao mês em março para 12,30% em abril, enquanto a taxa anual baixou de 305,76% para 302,31%.
Para as linhas oferecidas para pessoa jurídica, a média da taxa mensal caiu de 4,64% em março para 4,58% em abril. Ao ano, houve diminuição de 72,33% para 71,15%. Na linha que se destina a financiar capital de giro, a média da taxa cobrada ao mês recuou de 2,52% em março para 2,49% em abril. Ao ano, a redução foi de 34,80% para 34,33%.
 

Valor do aluguel acumula deflação de 1,61% em 12 meses, apura a FGV

A primeira prévia de maio do IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) registrou deflação (queda de preços) de 0,89%. Segundo a FGV (Fundação Getulio Vargas), a taxa é mais baixa do que a anotada na primeira prévia de abril, quando houve deflação de 0,74%. O IGP-M acumula deflação de 1,26% no ano e inflação de 1,61% em 12 meses.
A redução da taxa entre abril e maio foi provocada por quedas das taxas de variação de preços no atacado e no varejo. O atacado, medido pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, teve uma deflação mais acentuada na prévia de maio, de 1,37%. Em abril, a deflação havia sido de 1,21%.
O varejo, medido pelo Índice de Preços ao Consumidor, teve uma queda da taxa de inflação, ao passar de uma taxa de 0,30% na prévia de abril para 0,03% na prévia de maio.
Por outro lado, a taxa de variação de preços do Índice Nacional de Custo da Construção teve um aumento, apesar de continuar registrando deflação, ao passar de -0,14% em abril para -0,06% em maio.
 

Registro de inadimplência recua 7,4% na comparação com abril de 2016, diz Boa Vista

O indicador de recuperação de crédito da Boa Vista SCPC recuou 0,1% em abril na comparação com março e 7,4% ante igual mês de 2016, informou a instituição nesta quinta-feira. O índice mede a quantidade de exclusões de registros de inadimplentes da base do SCPC. Em 12 meses, também houve queda (-0,4%), assim como no acumulado do ano (-2,9%).
Na divisão por regiões, as maiores retrações entre março e abril foram observadas no Centro-Oeste e no Norte, ambas as localidades com queda de 3,8%. Em seguida, aparece o Nordeste (-1,5%). Sudeste e Sul apresentaram aumento na recuperação de crédito, de 0,7% e 3%, respectivamente.
Embora os cenários sejam diferentes em cada região, a Boa Vista SCPC afirma que a média brasileira de recuperação de crédito continua muito próxima de valores estáveis.
"Com isso, o quadro de inadimplência na economia mantém-se inalterado, uma vez que o crescimento do fluxo de registros de consumidores inadimplentes nos últimos meses também permanece em níveis próximos da estabilidade", informa o SCPC.
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