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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 17h58.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 11/05 às 17h59min

Bolsas de Nova Iorque fecham em baixa, diante de balanços mais fracos que o esperado

As bolsas de Nova Iorque recuaram nesta quinta-feira, após alguns resultados corporativos frustrarem as expectativas e pressionarem ações de companhias de consumo discricionário.
O índice Dow Jones fechou em queda de 0,11%, em 20.919,42 pontos, o Nasdaq caiu 0,22%, para 6.115,96 pontos, e o S&P 500 teve queda de 0,22%, a 2.394,44 pontos.
Os índices de Wall Street inicialmente se encaminhavam para um de seus maiores recuos do mês, diante do recuo dos papéis do setor de varejo, mas depois reverteram parte das perdas durante a tarde.
Algumas ações específicas tiveram movimentos de venda após balanços, porém os índices acionários em geral não sofreram nas últimas sessões. A tendência é atribuída à crença do investidor de que a economia americana está em patamar sólido.
Os papéis do setor de consumo discricionário do S&P 500 tiveram queda de 0,6%, um dos piores desempenhos do mercado, após gigantes do varejo, entre elas a Macy's e a Kohl's, mostrarem resultados modestos. A ação da Macy's caiu 17%, após um recuo maior que o esperado na receita da companhia no primeiro trimestre, e a Kohl's teve baixa de 7,8%, depois de uma queda em suas vendas nas mesmas lojas na comparação anual.
As ações da controladora do Snapchat, a Snap, tiveram baixa de 21%, após a companhia informar depois do fechamento da quarta-feira que enfrenta dificuldades para manter um crescimento forte de usuários.
Mesmo com várias companhias nesta semana com resultados trimestrais piores que o esperado, as ações que integram o S&P 500 continuam a caminhar para um avanço de 13% em seu lucro no primeiro trimestre, na comparação anual, segundo a FactSet.
O diretor de investimentos David Donabedian, da CIBC Atlantic Trust Private Wealth Management, afirmou que há problemas pontuais normalmente em alguns balanços, "mas em geral a temporada de resultados deu às ações um bom impulso". 
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