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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 00h18.

Jornal do Comércio

Economia

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Infraestrutura

Notícia da edição impressa de 11/05/2017. Alterada em 10/05 às 21h07min

CMPC e porto de Pelotas renovam contrato

Acordo prorroga a permanência da empresa no terminal pelotense por mais 18 meses a contar de hoje

Acordo prorroga a permanência da empresa no terminal pelotense por mais 18 meses a contar de hoje


/EDUARDO BELESKE/PREFEITURA DE PELOTAS/DIVULGAÇÃO/JC
A Superintendência do Porto de Rio Grande, autarquia vinculada à Secretaria dos Transportes, assinou a renovação do Contrato de Uso Temporário com a CMPC Celulose Riograndense, que atua com um terminal de toras de madeira no porto de Pelotas. O ato aconteceu na Secretaria dos Transportes, e contou com a presença do secretário dos Transportes, Pedro Westphalen, o superintendente do porto do Rio Grande, Janir Banco e do diretor-presidente da CMPC, Walter Lídio Nunes.
A empresa faz o transporte das toras de madeiras, que saem em barcaças de Pelotas, para a fábrica em Guaíba, de onde o material final tem como destino o porto do Rio Grande. As operações da CMPC Celulose Riograndense em Pelotas proporcionou o aumento da movimentação no porto e nas hidrovias gaúchas, salientou o chefe de divisão do porto, Cláudio Oliveira.
O titular da pasta dos Transporte, Pedro Westphalen, ressaltou que o trabalho é fundamental para facilitar o andamento dos processos. "Essa parceria é um fato marcante e transformador, que resultou em melhorias para o porto. É uma ação da CMPC que investiu e duplicou o uso da hidrovias", disse Westphalen.
Para o diretor-presidente da CMPC, Walter Lídio Nunes, a parceria selada tem apresentado bons resultado. "No sexto mês do projeto em execução já conseguimos atingir os números esperados. Só em abril foram movimentadas 37 barcaças", disse. O presidente também ressaltou o esforço para a implantação da navegação noturna, que está em fase final, e com isso possibilitará que os trabalhos ocorram 24 horas, com isso aumentará ainda mais o uso das hidrovias gaúchas.
No porto de Pelotas os resultados também podem ser vistos, nos primeiros quatro meses deste ano a movimentação de grãos aumentou. Foram mais de 200 mil toneladas de arroz movimentadas na estrutura portuária. O investimento proporcionou também a geração de empregos na cidade, em torno de 800 vagas diretas e mais de duas mil indiretas. O contrato prorroga a permanência da empresa no porto de Pelotas por mais 18 meses a contar de 11 de maio deste ano.

RGE Sul alcança R$ 77 milhões em investimentos em sua área de concessão

Em quatro meses, concessionária de energia substituiu 14 mil postes
Em quatro meses, concessionária de energia substituiu 14 mil postes
RGE SUL/RGE SUL/DIVULGAÇÃO/JC
Com um aporte de recursos de R$ 77 milhões, a RGE Sul, distribuidora do Grupo CPFL, realizou obras em todos seus municípios de sua área de concessão. Sem exceção, os 118 municípios abastecidos por energia elétrica pela concessionária receberam alguma ação nos primeiros quatro meses de 2017. A série de ações faz parte do Planejamento Estratégico da companhia e contemplou a troca de postes, obras de melhoria, manutenção e expansão de rede.
De janeiro a abril, a concessionária trocou 14 mil postes de madeira por postes de concreto que são mais resistentes às intempéries e se adaptam melhor ao padrão climático do Estado. A meta para este ano é substituir 40 mil postes em toda área de concessão.
Outra parcela dos R$ 77 milhões foi destinada a dar mais robustez ao sistema de distribuição e aumentar a qualidade do fornecimento do sistema elétrico das cidades, incorporando à rede novas tecnologias e equipamentos telecomandados. "O investimento e a série de ações segue o Planejamento Estratégico traçado pelo Grupo CPFL para qualificar o fornecimento de energia elétrica aos clientes", observa o presidente da RGE Sul, José Carlos Saciloto Tadiello.
Ainda, dentro do aporte de recursos investidos entre janeiro e abril deste ano está a finalização de 4,3 mil obras, que incluem troca de transformadores, instalação de religadores e a expansão da rede elétrica para novos pontos dos municípios, além do recondutoramento de quilômetros de linhas já existentes.
"Todas as obras e ações, como podas, trocas de postes e substituição de transformadores, seguem um cronograma elaborado com muita estratégia para beneficiar o conjunto dos 118 municípios da nossa área de concessão", afirma Tadiello. Alinhado ao Plano Estratégico do Grupo CPFL, os investimentos da RGE Sul, até 2019, alcançarão a marca de R$ 1 bilhão. Somente nos últimos dois anos a companhia aplicou R$ 539 milhões em obras de manutenção e expansão da rede. Até o final deste ano uma série de obras será concluída e a qualidade no fornecimento de energia será ainda mais perceptível para os 1,3 milhão de clientes da distribuidora presente em 118 municípios gaúchos.

Custo da construção cresce 5,07%

O custo da construção, medido pelo Índice Nacional da Construção Civil (Sinapi), do IBGE, acumulou alta de 5,07% nos 12 meses encerrados em abril. A taxa está abaixo do apurado até março (5,39%). Segundo dados de abril divulgados nesta quarta-feira, no Rio de Janeiro, o custo por metro quadrado é de R$ 1.039,54.
Considerando-se apenas o mês de abril, a inflação em relação a março foi de 0,15%, uma taxa mais moderada do que a inflação de março em relação a fevereiro (0,46%) e de abril de 2016 em relação ao mês anterior (também de 0,46%). O custo da mão de obra em abril cresceu 0,28% em relação a março, passando a ser de R$ 505,13 por metro quadrado. Já os materiais tiveram aumento de preços de 0,04% no período, passando a custar R$ 534,41 por metro quadrado.
 

Petrobras venderá Pasadena e participação na PO&G, na África

A Petrobras decidiu recompor sua carteira de parcerias e desinvestimentos e incluiu a venda da Refinaria de Pasadena e de sua participação na Petrobras Oil & Gas B.V. (PO&G), na África.
Os projetos, conforme a nova sistemática para desinvestimentos, em cumprimento à decisão do Tribunal de Contas da União, serão submetidos individualmente à diretoria executiva e, se aprovados, serão oportunamente divulgados com mais informações sobre os ativos envolvidos, o modelo de negócio e os critérios de seleção de potenciais interessados, segundo explica a companhia em comunicado ao mercado. "Dessa forma, a carteira aprovada é uma carteira de intenções, a partir da qual o início de divulgação de cada projeto se dará individualmente e oportunamente."
A Petrobras reforça, também, que seu programa de desinvestimentos "é dinâmico e poderá ser alterado devido às condições de mercado e às sucessivas análises do portfólio", e reitera que a meta de parcerias e desinvestimentos estabelecida no Plano Estratégico é de US$ 21 bilhões para o biênio 2017/2018.
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