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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de maio de 2017. Atualizado às 10h01.

Jornal do Comércio

Economia

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conjuntura

10/05/2017 - 09h43min. Alterada em 10/05 às 10h06min

IPCA de abril sobe 0,14%, menor taxa para o mês desde 1994, afirma IBGE

Queda de 6,39% no item energia elétrica foi influenciada por descontos aplicados sobre as contas

Queda de 6,39% no item energia elétrica foi influenciada por descontos aplicados sobre as contas


JOÃO MATTOS/ARQUIVO/JC
A inflação medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechou abril com alta de 0,14%, ante uma variação de 0,25% em março, informou nesta quarta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A inflação foi o menor resultado para o mês desde 1994, quando começou a série histórica pós Plano Real. Em abril de 2016, o IPCA havia sido de 0,61%.
A taxa acumulada pela inflação no ano foi de 1,10%. Como resultado divulgado nesta quarta, a taxa acumulada em 12 meses diminuiu de 4,57% em março para 4,08% em abril, abaixo do centro da meta estipulada pelo governo e o menor resultado desde julho de 2007, quando estava em 3,74%.
A redução na taxa do IPCA de 0,25% para 0,14% de março para abril veio das contas de energia elétrica, mais baratas em 6,39%, além dos combustíveis, cujos preços caíram 1,95%. Com a queda nas contas, a energia, responsável pela significativa parcela de 3,5% da despesa das famílias, representou o maior impacto negativo no ranking do mês (-0,22 p.p.). Os combustíveis, responsáveis por parcela ainda mais significativa, de 5,0% da despesa das famílias, vieram em seguida, com -0,10 p.p., já que caíram menos.
A queda de 6,39% no item energia elétrica foi influenciada por descontos aplicados sobre as contas, por decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), de modo a compensar os consumidores pela cobrança indevida, em 2016, do chamado Encargo de Energia de Reserva (EER) destinado a remunerar a usina de Angra III. Isto,junto com a introdução, em primeiro de abril, da bandeira vermelha em substituição à amarela, trazendo um acréscimo de R$ 3,00 a cada 100 kwh ao invés de R$ 2,00.
Regionalmente, a queda menos intensa, de 0,73%, foi registrada na região metropolitana do Rio de Janeiro, tendo em vista que ter refletido ainda parte do reajuste de 9,81% vigente sobre as tarifas de uma das concessionárias desde o dia 15 de março. junto com o referido desconto e outras reduções, refletiu parte do reajuste de 9,81% vigente sobre as tarifas de uma das concessionárias desde o dia 15 de março. A queda mais intensa, de 13,21%, foi registrada em Campo Grande, onde, além do desconto e outras reduções nos impostos, o reajuste anual foi negativo, de 1,92%, com vigência a partir de 08 de abril. Com informações do Estadão Conteúdo.
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