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Porto Alegre, quarta-feira, 10 de maio de 2017. Atualizado às 08h21.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 10/05 às 08h24min

Cobre recua após mais dados fracos da China

Os futuros de cobre operam em baixa na manhã desta quarta-feira, pressionados por dados fracos de inflação da China e por um recente aumento nos estoques da London Metal Exchange (LME).
Por volta das 7h20 (de Brasília), o cobre para três meses caía 0,28% na LME, a US$ 5.598,00 por tonelada.
Na Comex, a divisão de metais da bolsa mercantil de Nova York (Nymex), o cobre para julho tinha leve queda de 0,16%, a US$ 2,4940 por libra-peso, às 7h53 (de Brasília).
Os últimos números de inflação da China desagradaram, assim como os indicadores mais recentes de atividade econômica e de comércio externo do gigante asiático, pesando nos preços do cobre. O chamado índice de preços ao produtor chinês subiu menos que o esperado em abril, enquanto o índice de preços ao consumidor avançou apenas um pouco mais do que o previsto. A China é o maior comprador mundial de cobre e de outros metais básicos.
Além disso, armazéns da LME registraram um acréscimo de 126 mil toneladas nos estoques de cobre em apenas três dias da última semana, o que também mantém o metal pressionado.
Entre outros metais na LME, não havia uma tendência única: o alumínio mostrava alta marginal de 0,05% no horário citado acima, a US$ 1.872,00 por tonelada, enquanto o chumbo recuava 0,42%, a US$ 2.159,00 por tonelada, o estanho se mantinha estável, a US$ 19.670,00 por tonelada, o zinco diminuía 0,46%, a US$ 2.600,50 por tonelada, e o níquel recuava 0,54%, a US$ 9.175,00 por tonelada. 
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