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Porto Alegre, segunda-feira, 08 de maio de 2017. Atualizado às 17h49.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 08/05 às 17h52min

Bolsas de Nova Iorque fecham em leve alta, ajudadas por ações de tecnologia e de energia

Os mercados acionários americanos fecharam próximos da estabilidade nesta segunda-feira (8) em leve alta. O setor de energia e o setor financeiro foram destaques positivos do dia, enquanto o setor de materiais foi o destaque negativo.
O índice Dow Jones fechou em alta de 0,03%, a 21.012,28 pontos; o S&P 500 fechou estável, a 2.399,28 pontos; e o Nasdaq avançou 0,03%, para 6.102,66 pontos. Com isso, tanto o Nasdaq quanto o S&P 500 renovaram suas máximas históricas de fechamento.
Um recuo nas importações de minério de ferro e de cobre pela China fez com que ações de companhias ligadas ao setor de materiais recuassem nesta segunda-feira, assim como os preços de metais industriais, como o cobre. A Freeport-McMoRan caiu 1,10% e o DuPont recuou 1,08%.
Já o petróleo, que fechou em alta nesta segunda-feira, acabou impulsionando ações de companhias ligadas ao setor de energia. A ExxonMobil avançou 1,06%; a ConocoPhillips subiu 0,77%; e a Chevron ganhou 0,84%.
Já o setor de tecnologia teve forte alta em meio a apostas de que o seu forte desempenho irá continuar. Ações de gigantes da área - Apple, Microsoft, Facebook, Alphabet (Google) e Amazon - impulsionaram o desempenho do Nasdaq desde o início do ano. "Apesar de uma desaceleração na China, nossa equipe permanece otimista quanto ao próximo ciclo de produtos da Apple e quanto ao crescimento na receita de serviços", disse o Goldman Sachs, em nota a clientes. Para o banco, um forte crescimento das receitas de publicidade e exposição às melhores tendências em tecnologia devem impulsionar a Alphabet neste ano; já o Facebook está bem posicionado em seu mercado.
No pregão de hoje, relatos de que a Apple vai começar a produzir a edição de dez anos do aniversário do iPhone mais cedo do que o previsto fizeram com que os papéis da companhia avançassem 2,71%. A interpretação veio após o jornal chinês Economic Daily News registrar que empresas fornecedoras do iPhone, como a Foxconn e a Pegatron, começaram a recrutar e treinar trabalhadores. 
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