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Porto Alegre, sexta-feira, 05 de maio de 2017. Atualizado às 16h37.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 05/05 às 16h38min

Petróleo fecha em alta, recuperando parte das perdas recentes

Os contratos futuros de petróleo fecharam em alta nesta sexta-feira, mostrando uma leve recuperação das perdas registradas na sessão anterior, quando os preços da commodity registraram o menor nível em mais de cinco meses.
Na New York Mercantile Exchange (Nymex), o petróleo WTI para junho fechou em alta de 1,54%, a US$ 46,22 por barril. Já na Intercontinental Exchange (ICE), o petróleo tipo Brent avançou 1,49%, a US$ 49,10 por barril.
Mesmo mostrando uma recuperação nesta sexta-feira, os preços do petróleo recuaram cerca de 5% nesta semana, colocando a commodity em seus níveis mais baixos desde o fim de novembro, quando a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) e outros grandes produtores aceitaram reduzir sua oferta por seis meses. A maior parte das perdas ocorreu depois que dados da quarta-feira mostraram uma queda menor que o esperado nos estoques de petróleo dos Estados Unidos, além de um aumento da produção no país.
"Os investidores estavam começando a aceitar que US$ 50 por barril era o chão, mas isso está mudando e US$ 50 por barril está se tornando o teto novamente", disse Ric Navy, vice-presidente sênior de futuros de energia na RJ O'Brien & Associates.
O movimento de recuperação veio após uma queda de mais de 3% nos negócios asiáticos durante a noite, empurrando os preços ainda mais para baixo, segundo analistas. Mesmo com a recuperação nesta sexta-feira, a confiança dos investidores nos cortes da produção liderada pela Opep está diminuindo de forma acentuada.
"A incapacidade da Opep de elevar os preços do petróleo está fundamentalmente ligada à sua incapacidade de derrubar os estoques da commodity", disseram analistas da Bernstein, em nota a clientes. A Opep tem como objetivo reduzir os estoques globais para sua média de cinco anos, um objetivo que só será atingido caso os cortes continuarem, segundo alguns analistas. Uma extensão na redução da oferta do cartel será decidida no fim deste mês.
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