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Porto Alegre, sexta-feira, 05 de maio de 2017. Atualizado às 08h12.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Cautela antes de dados dos EUA e da eleição francesa pressiona bolsas europeias

As bolsas europeias operam majoritariamente em baixa, depois de alcançarem o maior nível em mais de um ano e meio no pregão anterior, à medida que investidores mostram cautela antes da publicação de novos dados do mercado de trabalho dos EUA e do segundo turno da eleição presidencial na França. Ontem, o índice pan-europeu Stoxx 600 fechou no maior nível desde agosto de 2015.

Na manhã desta sexta-feira (5), os EUA irão divulgar seu relatório mensal de empregos, documento que tem forte influência nas decisões de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA). Na quarta-feira, o Fed confirmou as expectativas e manteve seus juros básicos inalterados, mas sinalizou que novos aumentos poderão vir nos próximos meses. Desde dezembro, o BC americano já elevou juros em duas ocasiões.

Também hoje, estão previstos discursos de vários dirigente do Fed, incluindo da presidente Janet Yellen, que poderá dar sinais da perspectiva dos juros no curto prazo.

Já a segunda etapa da eleição presidencial francesa no domingo (07) causa expectativa, apesar do favoritismo do candidato centrista, Emmanuel Macron. Uma inesperada vitória de Marine Le Pen, da extrema-direita, tenderia a pressionar os mercados na próxima semana.

Por outro lado, os preços do petróleo deram modestos sinais de recuperação durante os negócios europeus, trazendo algum alento para ações de petrolíferas negociadas na região. Antes disso, a commodity havia mostrado fraqueza durante boa parte da madrugada, após despencar quase 5% na sessão de ontem.

Às 6h23min (de Brasília), as perdas nos mercados acionários da Europa eram quase generalizadas. Paris recuava 0,19% e Frankfurt caía 0,34%, mas Londres exibia leve alta, de 0,07%. Madri, Milão e Lisboa, por sua vez, tinham desvalorização de 0,06%, 0,05% e 0,63%, respectivamente. No mercado cambial, o euro se enfraquecia, a US$ 1,0963, e a libra esterlina avançava, cotada a US$ 1,2931.
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