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Porto Alegre, quarta-feira, 03 de maio de 2017. Atualizado às 18h19.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 03/05 às 18h24min

Ibovespa cai 0,94% puxado por Vale e siderúrgicas

Depois de duas sessões consecutivas de alta, com as quais acumulou ganhos de 3,16%, o Índice Bovespa perdeu fôlego e teve um pregão de ajustes. O indicador fechou em baixa de 0,94%, aos 66.093,78 pontos, puxado principalmente pelas ações da Vale e do setor siderúrgico. Apesar do noticiário intenso no Brasil e no exterior, as atenções dos investidores se concentraram essencialmente na expectativa pela votação da reforma da Previdência na comissão especial da Câmara.
A agenda de eventos e indicadores do dia foi robusta e contou com os dados da produção industrial brasileira em março, balanço trimestral do Itaú Unibanco, relatório de emprego nos Estados Unidos e a reunião de política monetária do Federal Reserve. Entre todas as informações, a queda generalizada dos preços dos metais no mercado internacional foi uma das principais variáveis do dia, patrocinando as quedas das ações da Vale, de 6,20% (ON) e 5,36% (PNA), e de papéis como Gerdau PN (-4,88%) e CSN ON (-4,16%).
"Foi um dia bem cheio desde o período da manhã, mas por todo o tempo o mercado operou atento à reforma da Previdência. Esse é o assunto que vai dar a tônica dos negócios durante todo este mês de maio", disse Roberto Indech, analista da Rico Corretora.
O setor financeiro também foi destaque de queda no dia, apesar de os analistas terem recebido positivamente os números do balanço trimestral do Itaú Unibanco. O banco teve lucro líquido de R$ 6,176 bilhões entre janeiro e março, com alta de 18% sobre o mesmo período de 2016. O resultado veio em linha com as projeções coletadas pelo Broadcast, que indicavam uma média de R$ 6,014 bilhões. Ainda assim, Itaú Unibanco PN fechou em queda de 1,65%, absorvido pela realização de lucros do setor. "Foi um resultado consistente, mas a realização de lucros acabou por prevalecer", disse Indech, da Rico.
Entre as ações que compõem o Ibovespa, a maior alta foi de Embraer ON, que avançou 3,59% após o JPMorgan avaliar que as quedas recentes do papel foram exageradas, apesar dos resultados fracos do primeiro trimestre. Os papéis da Petrobras também foram destaque de alta, com avanços de 0,63% (ON) e 1,22% (PN).
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