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Porto Alegre, quinta-feira, 11 de maio de 2017. Atualizado às 22h51.

Jornal do Comércio

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Edgar Lisboa

Repórter Brasília

Notícia da edição impressa de 12/05/2017. Alterada em 11/05 às 21h00min

O PT e o futuro

Maria do Rosário

Maria do Rosário


LUIS MACEDO/CÂMARA DOS DEPUTADOS/JC
A deputada Maria do Rosário (PT) fez uma avaliação positiva do depoimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) ao juiz Sérgio Moro, em Curitiba, na quarta-feira. "Minha avaliação é positiva, e acho que devem ser avaliados dois planos: a situação jurídica que nós achamos que não há nada que possa ser provado contra ele, e a avaliação política. Como o juiz Moro e vários segmentos sociais tratam esse tema somente no plano da política, nós estamos reagindo politicamente." Quanto ao futuro de Lula e do PT para o próximo ano, Maria do Rosário afirmou que o partido realizará, nos próximos dias, seu congresso, que tem duas candidaturas apresentadas: os senadores Lindbergh Farias (RJ) e Gleisi Hoffmann (PR), uma nova geração para o comando do Partido dos Trabalhadores. "Lula sempre se preocupou com isso. Quando ele construiu, por exemplo, a própria candidatura de Dilma Rousseff e do próprio Lindbergh, ele sempre se preocupou em estar buscando novos quadros. E nesse momento, com uma nova direção do PT, nova geração na direção".
Desafio do PT no RS
Na opinião da deputada Maria do Rosário, o grande desafio do PT no Rio Grande do Sul "é demonstrarmos que essa situação em que está o Estado não é fruto do governo anterior. Tem duas bases: uma estrutural, a situação difícil do Rio Grande do Sul é estrutural, sim. Os governos do PMDB e os governos que nos atacam sempre estiveram agravando problemas. A segunda questão é oferecer uma proposta de futuro". Perguntada se a proposta de futuro tem já alguma definição de nomes e candidaturas, disse: "eu vejo muito forte no partido o nome do ex-governador Tarso Genro (PT)". Ela adiantou que ela não é candidata ao governo do Estado.
Boicote do Itamaraty
O deputado federal gaúcho Henrique Fontana (PT) quer explicações do Itamaraty sobre o boicote à participação do presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, Paulão (PT-AL), em reunião das Nações Unidas em Genebra no dia 5 de maio, quando foi debatida a política de direitos humanos no Brasil. Protocolou, na Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional da Câmara, requerimento pedindo a convocação do chanceler Aloysio Nunes para dar explicações. Segundo Fontana, diplomatas brasileiros em Genebra tentaram impedir a participação de Paulão na reunião do Conselho de Direitos Humanos da ONU. "Diplomatas brasileiros chegaram a se reunir com funcionários da ONU para até mesmo alertar sobre possíveis 'problemas' e 'distúrbios' que o parlamentar poderia causar no encontro."
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