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Porto Alegre, quinta-feira, 04 de maio de 2017. Atualizado às 12h43.

Jornal do Comércio

Política

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Partidos

29/04/2017 - 23h35min. Alterada em 29/04 às 23h35min

'Nós vamos voltar e recuperar o país', afirma Lula em ato em Rio Grande

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-presidente Dilma Rousseff participaram de ato em defesa do polo naval de Rio Grande.

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e ex-presidente Dilma Rousseff participaram de ato em defesa do polo naval de Rio Grande.


Ricardo Stuckert/divulgação/jc
Folhapress
O público gritava "Lula, eu te amo" quando o ex-presidente disse que o seu partido, o PT, voltaria ao poder. Lula e a ex-presidente Dilma participaram de ato em defesa do polo da cidade de Rio Grande, no sul do Estado, na tarde deste sábado (28).
A organização estima que 12 mil pessoas compareceram à manifestação realizada em frente à prefeitura da cidade.
O evento estava prestes a começar, por volta das 14h30min, quando um pequeno avião passou levando uma faixa com os dizeres "Lula, Moro te espera". O ex-presidente é réu na Operação Lava Jato.
"Não sei o que vai acontecer comigo", disse Lula em seu discurso. "Mas podem se preparar porque nós vamos voltar e vamos recuperar esse paÍs", completou.
Lula voltou a criticar as reformas trabalhista e da Previdência e falou sobre o "ódio ao PT". O ex-presidente também elogiou o Rio Grande do Sul, Estado que considera politizado, e comparou a política gaúcha com a paulista. Para Lula, enquanto a política gaúcha teve figuras como Getúlio Vargas, Leonel Brizola e Jango, São Paulo orgulha-se de Jânio Quadros, Ademar de Barros e Paulo Maluf.
Lula criticou ainda a Rede Globo. A emissora não informou sobre a greve geral da última sexta-feira (28), no Jornal Nacional da noite da véspera. "A Globo não se presta mais a transmitir informações", disse. "Eu que não queria ser mais candidato, se a Globo escolher um candidato, terei imenso prazer de ser", provocou Lula.
Tanto Lula como Dilma lamentaram a falta de investimentos no polo naval de Rio Grande. Cerca de 17 mil vagas foram fechadas, restando 3.000 funcionários.
Dilma criticou o governo Temer (PMDB), que deve substituir o chamado "conteúdo local" da Petrobras por bens e serviços de países como Cingapura e China. "Tudo que pode ser construído no Brasil deve ser construído no Brasil", disse Dilma.
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Comentários
Vando Carlos 03/05/2017 17h27min
O ex-presidente Lula não lembra mais que foi justamente em função de seu comando na corrupção institucionalizada na Petrobrás, que houve a grande perda de emprego em Rio Grande? Agora aparece como salvador? Ou devemos disser o Messias?
norma 30/04/2017 09h31min
Quem és tu oh guerrilheira, vendedora do País, junto com esse molusco decaído, pra falar de quem está agora lutando prá moralizar o nosso País? tropa de bandidos que deram tudo prá encher o bolso próprio, a GLOBO tá nem aí prá vocês, um par de idiotas, decrépitos !n