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Porto Alegre, sábado, 15 de abril de 2017. Atualizado às 19h30.

Jornal do Comércio

Política

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Operação Lava Jato

14/04/2017 - 13h01min. Alterada em 14/04 às 13h01min

Número de investigados no STF sobe para 195 após delações da Odebrecht

Antes das decisões de Fachin, 109 parlamentares, ministros e outros envolvidos eram investigados

Antes das decisões de Fachin, 109 parlamentares, ministros e outros envolvidos eram investigados


CARLOS MOURA/SCO/STF/JC
Agência Brasil
Com a decisão do ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), que autorizou abertura de 76 inquéritos para investigar pessoas citadas nas delações da Odebrecht, subiu para 195 o número de investigados na Corte a partir da Operação Lava Jato. Antes das decisões, 109 parlamentares, ministros e outros envolvidos eram investigados no STF.
Entre os parlamentares que serão processados no Supremo Tribunal Federal estão 16 nomes do PT, 14 do PMDB e 11 do PSDB. Todos foram citados nos depoimentos de delação premiada de ex-diretores da empreiteira, uma das maiores doadoras para campanhas políticas no país.
Os presidentes do PSDB, senador Aécio Neves (MG), e do PMDB, senador Romero Jucá (RR), são os que acumulam o maior número de pedidos de investigações, cinco ao todo. Renan Calheiros (PMDB-AL) foi citado em quatro inquéritos envolvendo a Odebrecht e passou a responder a 12 investigações na Lava Jato.
Os inquéritos podem levar pelo menos cinco anos e meio para chegar a uma conclusão. O tempo é estimado pela Fundação Getúlio Vargas Direito Rio para que um processo criminal envolvendo autoridades com foro privilegiado seja finalizado.
Com a abertura da investigação, os processos devem seguir para a Procuradoria-Geral da República (PGR) e para a Polícia Federal (PF) para que sejam cumpridas as primeiras diligências contra os citados. Ao longo da investigação, pode ser solicitada a quebra dos sigilos telefônico e fiscal, além do depoimento dos próprios acusados.
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Comentários
Barezze 14/04/2017 15h02min
Vão intimar alguns Figurões,fazer um barulhão danado a Mídia com seu discurso: ... que a prisão do Cabral "colocou o Brasil num novo patamar.. que a prisão do Eike mostra que ricos podem ser condenado.m..que a prisão do Cunha.. calou a boca dos que diziam que só petista era preso e bláblábla..que "os poderosos não escapam ao império da lei", que começou um Novo Brasil..e etc,etc, ..mas que na Realidade não vai dar em nada vai continuar como está e como sempre foi. Um Brasil dividido entre a ignorância dos pobres e a violência de uma parcela abastada (Rica )na manutenção de seus privilégios....