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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de abril de 2017. Atualizado às 08h27.

Jornal do Comércio

Internacional

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Crise diplomática

Notícia da edição impressa de 26/04/2017. Alterada em 25/04 às 19h32min

Trump chama senadores para falar sobre a Coreia do Norte

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, convidou todos os 100 senadores do país para uma reunião na Casa Branca sobre as crescentes tensões com a Coreia do Norte. A reunião, marcada para hoje, deverá contar com a participação de integrantes do alto escalão do governo: o secretário de Estado, Rex Tillerson; o secretário de Defesa, Jim Mattis; e o diretor de Inteligência Nacional, Dan Coats.
Embora seja normal que membros do governo discutam assuntos políticos com congressistas, é incomum que todos os senadores visitem a Casa Branca ao mesmo tempo para se reunir com as principais autoridades de defesa norte-americanas. Auxiliares do governo dizem que tentarão marcar um encontro parecido com deputados.
O aumento da tensão com o regime de Pyongyang tem sido um dos principais desafios de política externa dos primeiros 100 dias do governo Trump, que serão completados no sábado. Enquanto a Coreia do Norte tem repetido ameaças praticamente diárias contra os Estados Unidos e seus aliados asiáticos, a Casa Branca elevou o tom contra o país asiático e ameaçou atacá-lo. Na segunda-feira, o presidente disse a embaixadores na ONU que o status quo na Península Coreana é inaceitável, e que a organização deve estar preparada para impor novas sanções contra o regime norte-coreano.

Pyongyang faz exercícios militares no aniversário das Forças Armadas

Submarino USS Michigan atracou ontem na costa sul-coreana
Submarino USS Michigan atracou ontem na costa sul-coreana
JERMAINE RALLIFORD/JERMAINE RALLIFORD/US NAVY/AFP PHOTO/JC
A Coreia do Norte realizou ontem exercícios militares com munição real para celebrar o 85º aniversário da criação de suas Forças Armadas. De acordo com a agência sul-coreana Yonhap, o regime do líder Kim Jong-un celebrou a data com "o maior exercício de artilharia" até agora, na cidade de Wonsan, na costa leste do país.
"Não há limite para o poder de ataque do Exército do Povo, armado com equipamentos de ponta", afirma editorial do Rodong Sinmun, jornal do regime norte-coreano. Havia a expectativa de que as autoridades norte-coreanas conduzissem um novo teste nuclear ou de lançamento de míssil, mas, segundo o Ministério da Defesa sul-coreano, "nenhum desenvolvimento fora do comum foi detectado".
Enquanto isso, a Marinha da Coreia do Sul realizou exercícios militares com navios norte-americanos, e o submarino USS Michigan atracou na costa do país. As forças sul-coreanas deverão se juntar em breve ao porta-aviões norte-americano USS Carl Vinson, que navega em direção a região, para demonstrar força contra o regime de Pyongyang.
Os novos exercícios na Península Coreana ocorrem em meio a tensões crescentes na região, com trocas de acusações entre o governo dos EUA e o regime de Kim Jong-un. A Coreia do Norte, que vem tentando nos últimos anos desenvolver uma bomba atômica, é considerada o principal desafio do presidente Donald Trump na região Ásia-Pacífico.
 
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Comentários
Dionysio Rosa 26/04/2017 16h01min
Um presidente que se preze,jamais iria ouvir opiniões de deputados e senadores que não passam de falcões,tá na cara que vão mandar o Trump atacar a Coreia do Norte!