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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 00h41.

Jornal do Comércio

Internacional

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Síria

Notícia da edição impressa de 12/04/2017. Alterada em 11/04 às 20h27min

G-7 desiste de aplicar sanções contra a Rússia

Reunidos na cidade de Lucca, na Itália, os chanceleres do G-7, grupo que reúne as principais economias desenvolvidas, não chegaram a um acordo sobre aplicar novas sanções contra a Rússia por seu apoio ao regime do presidente sírio, Bashar Al-Assad.
O chanceler da Itália, Angelino Alfano, anunciou ontem que "não há consenso" sobre o tema. A proposta de sanções havia sido apresentada pelo representante do Reino Unido, Boris Johnson.
O G-7 (EUA, Canadá, Reino Unido, França, Alemanha, Itália e Japão) considera o regime de Assad responsável por um ataque químico que deixou ao menos 80 mortos no nordeste da Síria na semana passada. Segundo Afano, isolar ou escantear a Rússia no cenário internacional "seria errado". Ele disse, porém, que a "posição do grupo é muito clara: apoiar as sanções já existentes" contra Moscou por seu apoio a separatistas no conflito no leste da Ucrânia.
Em resposta à ação, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou bombardeios contra uma base aérea que teria sido usada pela aviação síria para conduzir a ofensiva, irritando a Rússia. Assad culpa os rebeldes pelo ataque químico.
 

Angela Merkel pede a Trump que trate questão via ONU

A chanceler da Alemanha, Angela Merkel, pediu ao presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, que trabalhe por meio da Organização das Nações Unidas (ONU) para lidar com a crise na Síria, segundo informou seu porta-voz em Berlim. Em conversa telefônica, Merkel discutiu com Trump sobre a Síria, assim como sobre a Coreia do Norte, de acordo com comunicado do porta-voz. A chanceler citou a importância da participação da ONU e da Rússia na estabilização da Síria.
"A chanceler enfatizou que, após a compreensível reação dos EUA ao cruel uso de armas químicas, tudo deve ser feito agora para que o processo político (na Síria) fique sob os auspícios da ONU", disse o porta-voz. "A cooperação com a Rússia é especialmente significativa para iniciar um processo político."
Na quinta-feira da semana passada, os Estados Unidos bombardearam alvos na Síria, em retaliação a um suposto ataque químico lançado pelo regime de Bashar Al-Assad. O porta-voz disse ainda que Merkel reiterou sua visão a Trump de que o presidente sírio não deveria mais liderar o país no futuro. O objetivo de um processo político para solucionar a crise da Síria deve ser um país "pacífico e estável, sem Assad no comando", disse a chanceler.
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