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Porto Alegre, terça-feira, 11 de abril de 2017. Atualizado às 14h34.

Jornal do Comércio

Internacional

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ESTADOS UNIDOS

Alterada em 11/04 às 14h40min

Trump silencia sobre política de prevenção e controle de armas, após tiroteio

Agência Brasil
Após o tiroteio ocorrido ontem (10), em San Bernardino, na California, que deixou três mortos e um ferido, o presidente Donald Trump e a Casa Branca não comentaram o incidente nas redes sociais ou em comunicados oficiais. O "silêncio" de Trump repercutiu na imprensa norte-americana, que fez comparações da sua postura perante o ocorrido com a do ex-presidente Barack Obama, um ferrenho defensor de mudanças na legislação para permitir um maior controle de armas no país.
Segundo a ONG Gun Violence Archive (Arquivo de Violência Armada), que documenta e contabiliza incidentes com armas registrados em mais de dois mil veículos de comunicação do país, só este ano já foram registrados,nos Estados Unidos,16.233 incidentes com armas de fogo e 4.072 mortes.
No ano passado,em 12 meses,foram contabilizados 58.439 incidentes e 15.079 mortes, além de 30.626 feridos.
No tiroteio de ontem, na escola primária North Park Elementary School, as vítimas fatais foramum aluno de oito anos,a professora Karen Smith, de 53 anos, e o seu ex-marido, Cedric Anderson, 53 anos, que cometeu suicídio após abrir fogo contra ela e os alunos. Um outro estudante está gravemente ferido.
Segundo a polícia, Anderson já tinha um histórico de registro de violência doméstica e teve um casamento breve com a professora.
A escola fica a 100 quilômetros de Los Angeles e a cerca de 13 quilômetros do local onde aconteceu um atentado em dezembro de 2015, quando um casal muçulmano abriu fogo em um evento matando 14 pessoas e ferindo 20.
Além do silêncio sobre o incidente de ontem, o governo não sinalizou com nenhuma mudança na legislação. Donald Trump éalinhado a conservadores e republicanos, cuja maioria é contra um maior controle no comércio de armas, como defendia Barack Obama e parte dos democratas.
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