Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, segunda-feira, 10 de abril de 2017. Atualizado às 22h47.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

Síria

Notícia da edição impressa de 11/04/2017. Alterada em 10/04 às 20h30min

G-7 pressionará governo russo a abandonar Assad

Líderes diplomáticos das potências buscam consenso em medidas

Líderes diplomáticos das potências buscam consenso em medidas


VINCENZO PINTO/VINCENZO PINTO/AFP PHOTO/JC
Os ministros de Relações Exteriores do G-7 (Estados Unidos, Alemanha, Canadá, França, Itália, Japão e Reino Unido) se reuniram ontem na Itália, após o ataque químico na Síria e a represália dos EUA, com o objetivo de pressionar a Rússia a abandonar o apoio ao presidente sírio, Bashar Al-Assad.
O secretário de Estado norte-americano, Rex Tillerson, disse, diante de um monumento em homenagem a vítimas da Segunda Guerra Mundial em Lucca, região central da Itália, que o país está se dedicando a responsabilizar "todos e qualquer um" que cometam crimes contra inocentes. Tillerson estava acompanhado do ministro de Relações Exteriores da Itália, Angelino Alfano. O encontro na região da Toscana também conta com a presença dos ministros de Relações Exteriores da Alemanha, Sigmar Gabriel; do Reino Unido, Boris Johnson; e do Japão, Fumio Kishida; além de outros ministros de países do G-7.
Johnson, que tinha um encontro com o ministro de Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov, em Moscou, cancelou a viagem na última hora com a justificativa de que o ataque químico na Síria "mudou fundamentalmente a situação". O chanceler britânico afirmou ainda que o G-7 considera impor novas sanções contra a Rússia devido ao apoio do governo de Vladimir Putin ao regime sírio. Johnson disse que os ministros "irão discutir a possibilidade de futuras sanções, certamente, sobre alguns membros do Exército da Síria e também sobre partes do exército da Rússia".
 

Moscou sabia do ataque químico, afirma autoridade norte-americana

Uma autoridade sênior dos EUA disse que o país concluiu que a Rússia sabia de antemão do ataque com armas químicas na Síria, que ocorreu na semana passada. Segundo o funcionário, que não estava autorizado a falar sobre as questões e, por isso, exigiu anonimato, um drone russo sobrevoou o hospital onde as vítimas do ataque estavam. Horas depois, um avião de combate russo teria bombardeado o hospital, no que autoridades norte-americanas acreditam ser uma tentativa de encobrir o ataque químico.
A Casa Branca disse que não tinha certeza se o drone era operado pela Rússia ou pela Síria. Segundo a autoridade sênior, a presença do equipamento não poderia ter sido uma coincidência, afirmando que a Rússia deve ter sabido que o ataque com armas químicas tinha ocorrido e que as vítimas estavam buscando tratamento.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia