Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, domingo, 09 de abril de 2017. Atualizado às 16h19.

Jornal do Comércio

Internacional

COMENTAR | CORRIGIR

relações internacionais

Alterada em 09/04 às 16h20min

EUA: Secretário quer resultados concretos em relações comerciais com a China

O secretário do Comércio, Wilbur Ross, disse que os EUA querem ver "resultados tangíveis" - e em breve - sobre suas relações comerciais com a China.
Na reunião da semana passada entre as principais autoridades chinesas e o governo Trump, "deixamos muito claro que nossos objetivos principais são duplos", disse Ross neste domingo em entrevista a uma rede de TV. "Uma delas é reduzir o déficit comercial bastante visível entre os Estados Unidos e a China, e aumentar o comércio total entre os dois".
"As palavras são fáceis, as discussões são fáceis, as reuniões sem fim são fáceis. O que é difícil são resultados tangíveis e se não obtivermos resultados tangíveis nos primeiros 100 dias, acho que teremos que reexaminar se vale a pena continuar as conversas".
O presidente Donald Trump e o presidente chinês Xi Jinping reuniram-se na quinta e na sexta no clube privado de Trump na Flórida, Mar-a-Lago, e as relações comerciais entre os países foi o tópico principal. No final da cúpula, Ross disse que as nações concordaram com um "plano de 100 dias" sobre o comércio, incluindo "metas de realização".
A China, o maior parceiro comercial dos EUA, vende muito mais mercadorias para os norte-americanos do que as exportações norte-americanas para a China. A administração de Trump fez da redução dos déficits comerciais dos EUA uma prioridade.
Os EUA têm gerado um déficit comercial global há décadas, tanto durante expansões econômicas quanto recessões. O potencial para um dólar mais forte, maiores déficits orçamentários federais e baixas taxas de poupança nacionais, em comparação com grande parte do resto do mundo, pode fazer com que o fosso comercial se alargue e não se estreite nos próximos anos, segundo muitos economistas.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Seja o primeiro a comentar esta notícia