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Porto Alegre, sábado, 08 de abril de 2017. Atualizado às 13h00.

Jornal do Comércio

Internacional

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08/04/2017 - 13h00min. Alterada em 08/04 às 13h02min

Aviões de guerra atacam mesma cidade da Síria alvo de ataque químico

Aviões de guerra atingiram neste sábado a mesma cidade da Síria onde um ataque químico resultou na morte de dezenas de pessoas no início desta semana. O ataque deste sábado (8), que matou uma pessoa e feriu outra, ocorre depois de a Turquia descrever o ataque de mísseis dos EUA a uma base aérea síria como uma intervenção necessária, mas não suficiente.
O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede no Reino Unido, disse que o ataque no lado oriental da cidade de Khan Sheikhoun matou uma mulher, marcando a primeira morte na cidade desde o ataque químico de terça-feira, que deixou 87 pessoas mortas.
Os Comitês Locais de Coordenação, outro grupo de monitoramento, afirmou que o ataque aéreo foi realizado por um avião de guerra russo e disse que a mulher morta tinha fugido para o local, saindo da sua cidade natal de Latameh, na Síria central.
O ataque químico em Khan Sheikhoun, na terça-feira, teve como resposta a disparada de mísseis dos EUA, ofensiva realizada dois dias depois e que atingiu uma base aérea síria no centro do país, matando nove pessoas.
O governo da Síria negou ter realizado qualquer ataque químico a Khan Sheikhoun e o Ministério da Defesa da Rússia disse que os agentes tóxicos foram libertados quando um ataque aéreo sírio atingiu um arsenal de armas químicas rebeldes e munições de fábrica na periferia leste da cidade.
O ministro das Relações Exteriores da Turquia afirmou neste sábado que o governo turco vê a intervenção dos Estados Unidos na Síria como necessária, mas não suficiente.
Em declaração dada na cidade de Antalya, no sul da Turquia, Mevlut Cavusoglu disse que se intervenção dos EUA estiver limitada apenas a um ataque com mísseis contra uma base aérea síria, trata-se de uma "intervenção cosmética", a menos que remova o presidente Bashar Assad do poder.
Cavusoglu, cujo país é um forte apoiador da oposição síria, disse que o processo mais ideal será uma solução política que conduza a uma transição para um governo aceito por todos os sírios o mais rapidamente possível. Ele disse que por isso "este Assad opressivo precisa ir".
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