Comentar

Seu comentário está sujeito a moderação. Não serão aceitos comentários com ofensas pessoais, bem como usar o espaço para divulgar produtos, sites e serviços. Para sua segurança serão bloqueados comentários com números de telefone e e-mail.

500 caracteres restantes
Corrigir

Se você encontrou algum erro nesta notícia, por favor preencha o formulário abaixo e clique em enviar. Este formulário destina-se somente à comunicação de erros.

Porto Alegre, sábado, 29 de abril de 2017. Atualizado às 23h38.

Jornal do Comércio

Geral

COMENTAR | CORRIGIR

protestos

28/04/2017 - 13h51min. Alterada em 28/04 às 16h37min

Greve geral não obteve o sucesso almejado, avalia ministro da Justiça

Num primeiro balanço dos protestos realizados nesta sexta-feira em vários Estados do País, o ministro da Justiça, Osmar Serraglio, considerou, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que a greve geral não obteve o sucesso almejado pelas centrais sindicais, responsáveis pela organização da paralisação.
"A necessidade de piquetes e bloqueios é a demonstração de que a greve não está tendo sucesso. Ninguém viu notícia de que tenha havido assembleia de sindicato aprovando que se fizesse greve. Logo, é uma greve das centrais insatisfeitas com as restrições colocadas ao imposto deles", considerou Serraglio.
Segundo o ministro da Justiça, o monitoramento do governo realizado até o momento indicam que as manifestações "estão sob controle".
"Pelo contato que tive com as autoridades policiais está mais ou menos tudo sob controle. Na medida em que vão surgindo piquetes ou bloqueios, o pessoal está liberando", ressaltou Serraglio.
A referência às restrições ao imposto das centrais, feita pelo ministro, se trata da votação da reforma Trabalhista aprovada nesta quarta-feira, 26, pela Câmara dos Deputados. Entre as medidas previstas no texto, que precisará ser votado no Senado, está a extinção do imposto sindical.
Durante as discussões entre os deputados, o presidente do Solidariedade, deputado Paulinho da Força (SD), chegou a apresentar uma emenda que previa que ao invés da extinção, a contribuição sindical obrigatória ficasse em torno de 35% de um dia de trabalho. A iniciativa foi, contudo, rejeitada pela maioria dos deputados.
O ministro da Justiça participa de um evento no Paraná e deve retornar a Brasília no meio da tarde. Segundo Serraglio, até o momento o Palácio do Planalto entrou em contato com ele para ter informações sobre o andamento dos protestos. "Ainda não tive contado com o presidente Michel Temer", disse o ministro.
COMENTAR | CORRIGIR
Comentários
Melissa Araújo Silveira 28/04/2017 18h46min
...dá série: "Dizendo Bobagens".
Bruna Lima 28/04/2017 17h51min
Este homem vive em uma bolha? Francamente