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Porto Alegre, sexta-feira, 28 de abril de 2017. Atualizado às 12h26.

Jornal do Comércio

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Protestos

28/04/2017 - 12h18min. Alterada em 28/04 às 12h28min

Manhã de paralisação tem prisões, tumulto em aeroporto e falta de transporte nas principais capitais

Segurança Pública do Distrito Federal trabalha com previsão de 10 mil pessoas nas manifestações na Esplanada dos Ministérios

Segurança Pública do Distrito Federal trabalha com previsão de 10 mil pessoas nas manifestações na Esplanada dos Ministérios


Marcello Casal Jr/Agência Brasil/JC
Pelo menos 16 pessoas foram presas nesta sexta-feira (28) até as 10h, na cidade de São Paulo, segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP) por vários motivos - desde agressão a policiais a atos de vandalismo nas manifestações contra as reformas da Previdência e trabalhista.
Às 10h, havia nove pontos de vias com bloqueios à circulação de veículos, informou a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET). Um desses locais era a Marginal Tietê, sentido rodovias Ayrton Senna e Presidente Dutra, onde os ativistas colocaram obstáculos sobre uma das quatro faixas de rolamento, na altura da Ponte do Piqueri. Segundo a CET, desde cedo os ativistas fazem barricadas com pneus e outros objetos, aos quais ateiam fogo, em atos-relâmpagos. Com a atuação da Polícia Militar (PM), os manifestantes logo se dispersam e procuram agir em outros locais, em várias regiões, principalmente nas zonas sul e leste da cidade.
O secretário de Segurança Pública, Mágino Barbosa Filho, disse, entrevista a uma emissora de rádio, que até as 10h não havia registro de feridos e nem relatos de destruição ao patrimônio público.
Segundo ele, entre os detidos estavam pessoas carregando galões com gasolina e pregos. Esses últimos seriam utilizados para jogar nas vias com a intenção de furar os pneus de veículos que ultrapassem as barreiras montadas. O secretário disse também que a mobilização policial teve o objetivo de garantir o direito constitucional de ir e vir.
A população da cidade amanheceu sem ônibus, trens e sem a quase totalidade de suas linhas de metrô, além de enfrentar diversos pontos de bloqueio nas principais vias da cidade.

Sem transporte público, Brasília vive dia atípico na região central

Sem transporte público nesta manhã, por causa da greve geral, Brasília vive um dia atípico na região central da cidade. A W3, principal via comercial do Plano Piloto, tem pontos de ônibus vazios e parte do comércio aberto, mas sem fluxo de consumidores.
O trânsito está calmo na região e as faixas exclusivas de ônibus estão liberadas para os veículos de transporte individual.
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal trabalha com uma previsão de 10 mil pessoas nas manifestações na Esplanada dos Ministérios.
Algumas categorias fazem pequenos atos isolados neste dia de greve geral, como os servidores do Tribunal de Contas da União (TCU), que programaram um protesto em frente ao tribunal na segunda metade da manhã.
Após uma manhã tumultuada, o Aeroporto Juscelino Kubitschek, em Brasília, voltou à normalidade. Neste momento, não há voos atrasados e os guichês das companhias aéreas estão vazios.
O momento mais tenso na manhã aconteceu das 6 horas às 7 horas, quando a via que dá acesso ao aeroporto foi interditada por manifestantes. No saguão do aeroporto, um grupo também protestou contra as reformas trabalhista e previdenciária e promete voltar ao terminal no horário de pico, à noite, para novo ato.
As agências bancárias estão fechadas com cartazes informando sobre a paralisação.

Ônibus que ligam a Baixada ao Rio circulam normalmente

O Terminal Rodoviário Coronel Américo Fontenelle, na Central do Brasil, um dos principais do Rio de Janeiro, que recebe ônibus que ligam a Baixada Fluminense ao centro da cidade, enfrenta hoje um movimento de passageiros reduzido por conta da mobilização de hoje.
Segundo a Rio Ônibus, a frota funciona normalmente. No terminal, havia dezenas de veículos estacionados. Difícil de encontrar passageiros.
Com agências.
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