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Porto Alegre, quinta-feira, 27 de abril de 2017. Atualizado às 17h24.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 27/04 às 17h26min

Cautela com política persiste e juros voltam a fechar perto da estabilidade

A exemplo de quarta-feira, os juros futuros encerraram a quinta-feira perto dos ajustes anteriores, depois de terem frequentado tanto o terreno de queda quanto o de alta durante a sessão. Apesar da aprovação da reforma trabalhista também na quarta-feira na Câmara, persistem as dúvidas quanto ao apoio ao governo em relação à aprovação da reforma da Previdência, cuja votação do relatório está prevista para a próxima semana na comissão especial. Além disso, o mercado optou por reduzir exposição antes da greve geral em todo o País, na quinta-feira, que antecede o fim de semana e o feriado de 1º de Maio.
Ao término da etapa regular, o contrato de Depósito Interfinanceiro (DI) para janeiro de 2018 (129.285 contratos) fechou com taxa de 9,505%, de 9,515% no último ajuste. A taxa do DI janeiro de 2019 (183.630 contratos) encerrou em 9,42%, de 9,41% no ajuste anterior. O DI janeiro de 2021 (216.035 contratos) passou de 10,07% para 10,09%.
As taxas começaram o dia em baixa reagindo à aprovação da reforma trabalhista, pelo placar de 296 contra 177. O total de votos favoráveis não chegou a ser considerado ruim, mas não foi suficiente para empolgar o mercado, já que está aquém dos 308 necessários para que o governo consiga aprovar a reforma da Previdência. "A sensação é de que governo avançou, mas precisa se esforçar mais", afirmou o economista da Guide, Ignácio Crespo. Desse modo, a reação positiva perdeu força ainda pela manhã, em razão do leilão de papéis prefixados do Tesouro, que normalmente traz pressão de alta às taxas.
Passado o leilão, a pressão foi se dissipando, ao mesmo tempo em que o dólar também reduzia a alta em direção à estabilidade. Às 16h18, a moeda americana era negociada a R$ 3,1759 (+0,06%).
No entanto, a expectativa em relação a possíveis consequências da greve e protestos no Dia do Trabalhador limitou uma melhora maior. Há um temor de que esse calendário possa atrasar a votação do substitutivo do deputado Arthur Oliveira Maia (PPS-BA) na comissão especial, prevista para o dia 3.
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