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Porto Alegre, quarta-feira, 26 de abril de 2017. Atualizado às 15h16.

Jornal do Comércio

Economia

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mercado financeiro

Alterada em 26/04 às 15h20min

Bolsas europeias acompanham Nova Iorque e fecham em alta após fala de Mnuchin

As bolsas europeias fecharam majoritariamente em alta nesta quarta-feira (26), seguindo o comportamento positivo de Nova Iorque depois que o Secretário de Tesouro dos EUA, Steven Mnuchin, confirmou que o programa de reforma tributária incluirá um corte na taxa de impostos às empresas de 35% para 15%. Além disso, balanços corporativos também influenciaram os mercados acionários europeus.
Com agenda vazia de indicadores, o mercado operou atrelado à divulgação do plano tributário de Trump. Durante a manhã, Mnuchin, além de confirmar que o imposto às empresas passará a ser de 15%, dos atuais 35%, informou que o projeto tributário será o maior da história do país. Além disso, o resultado eleitoral na França continua a ser monitorado, com o candidato centrista à presidência do país, Emmanuel Macron, mantendo sua liderança nas pesquisas ante Marine Le Pen, da extrema-direita.
Mais cedo, as bolsas chegaram a recuar em um movimento de realização de lucros dos fortes ganhos nos dois últimos pregões, após a eleição na França.
Em Londres, o índice FTSE-100 fechou em alta de 0,18%, a 7.288,72 pontos, como reflexo dos papéis de instituições financeiras. O Lloyds subiu 1,07% e o Barclays avançou 1,64%, com o maior apetite por risco.
O índice CAC-40, da Bolsa de Paris, avançou 0,19%, para 5.287,88 pontos. Entre as instituições financeiras, o Crédit Agricole subiu 0,15%; o Société Générale avançou 0,12% e o BNP Paribas ganhou 0,44%.
Na Espanha, o Santander informou que teve lucro líquido de 1,87 bilhão de euros no primeiro trimestre do ano, um resultado 14,3% maior que o ganho de 1,63 bilhão de euros obtido em igual período de 2016. O papel do banco, porém, fechou em leve alta de 0,17% na Bolsa de Madri, que recuou 0,18%, aos 10.763,40 pontos.
Além disso, o Credit Suisse divulgou lucro líquido de 596 milhões de francos suíços no primeiro trimestre do ano, revertendo prejuízo de 302 milhões de francos registrado em igual período de 2016, graças ao bom desempenho de suas divisões de gestão de ativos e de mercados globais.
O resultado superou a expectativa de analistas, que previam lucro de 332 milhões de francos suíços no último trimestre. A ação do banco fechou em alta de 2,68%.
Ainda entre os destaques de balanços, a Fiat Chrysler teve lucro líquido de 641 milhões de euros no primeiro trimestre do ano. Com ajustes, o ganho da montadora subiu 27% na comparação anual, a 671 milhões de euros. Já o lucro operacional, que desconsidera itens extraordinários, subiu para 1,54 bilhão de euros no trimestre até março, de 1,38 bilhão de euros no mesmo período do ano passado. A receita, por sua vez, teve acréscimo anual de 4%, a 27,72 bilhões de euros. O papel da empresa terminou em alta de 9,33% na Bolsa de Milão, que fechou em alta de 0,15%, aos 20.836,51 pontos.
Enquanto isso, a Bolsa de Frankfurt avançou 0,05%, aos 12.472,80 pontos. Por lá, as ações da BMW encerraram com ganho superior a 1%. Os investidores optaram por cautela antes da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE), marcada para amanhã às 8h45 (de Brasília), com coletiva de imprensa do presidente da instituição, Mario Draghi, às 9h30. A Bolsa de Lisboa ganhou 0,17%, aos 5.054,95 pontos.
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