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Porto Alegre, quinta-feira, 20 de abril de 2017. Atualizado às 08h16.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Cautela persiste, mas busca por ações baratas favorece algumas bolsas asiáticas

As bolsas da Ásia e do Pacífico fecharam sem direção única nesta quinta-feira (20), com algumas favorecidas pela busca dos investidores por ações que baratearam nos últimos pregões e outras ainda pressionadas pelo clima de cautela inspirado pelas recentes tensões entre EUA e Coreia e a aproximação da eleição presidencial francesa.

Em Hong Kong, o Hang Seng subiu 0,97% hoje, a 24.056,98 pontos, num rali que veio na última hora de negócios e interrompeu uma sequência de três pregões de perdas. Já o Xangai Composto, principal índice acionário da China, teve alta marginal de 0,04%, a 3.172,10 pontos, após oscilar ao longo da sessão na esteira de comentários de que a bolsa local pretende ser palco de 500 ofertas públicas iniciais (IPOs) de ações este ano.

Ontem, o governo chinês anunciou uma medida que reduzirá a carga fiscal das empresas do país em até 380 bilhões de yuans (US$ 55,18 bilhões).

O dia foi positivo também em Seul, onde o sul-coreano Kospi avançou 0,50%, a 2.149,15 pontos, e em Manila, com alta de 0,54% do filipino PSEi, a 7.563,45 pontos.

No mercado japonês, por outro lado, o Nikkei ficou praticamente estável, com baixa marginal de 0,01%, a 18.430,49 pontos, depois de acumular leves ganhos nas três sessões anteriores e apesar de dados mostrarem que as exportações do Japão tiveram desempenho bem melhor que o esperado em março, com alta de 12% na comparação anual.

Também ficaram no vermelho o Shenzhen Composto, índice chinês de menor abrangência que caiu 0,19%, a 1.928,78 pontos, e o Taiex, que recuou 1,09% no mercado taiwanês, a 9.639,94 pontos.

A questão das tensões na Península Coreana continua limitando o apetite por risco na Ásia. Ontem, o vice-presidente dos EUA, Mike Pence, disse que seu país responderia de forma "devastadora" ao eventual uso de armas pela Coreia do Norte, nucleares ou não.

A Europa é outra fonte de preocupação, uma vez que os franceses votarão em primeiro turno para escolher um novo presidente no domingo (23). O maior temor é uma eventual vitória de Marine Le Pen, candidata de extrema direita que defende a retirada da França da zona do euro.

Na Oceania, a bolsa da Austrália se recuperou das perdas dos últimos três pregões com uma ampla recuperação dos papéis dos quatro maiores bancos do país. Com isso, o S&P/ASX 200 avançou 0,3% em Sydney, a 5.821,40 pontos.
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