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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 18h19.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Alterada em 12/04 às 18h22min

Bolsas de Nova Iorque fecham em baixa, à espera de balanços bancários

As bolsas de Nova Iorque fecharam em baixa nesta quarta-feira (12), pressionadas pelos papéis do setor bancário, um dia antes de o Citigroup e o J.P. Morgan divulgarem balanços, no início da temporada de resultados corporativos. À tarde, os índices acionários chegaram a recuar mais, após o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, dizer ao Wall Street Journal que o dólar "está ficando muito forte" e que ele prefere que o Federal Reserve (Fed, o banco central americano) mantenha os juros baixos.
O índice Dow Jones fechou em baixa de 0,29%, em 20.591,86 pontos, o Nasdaq recuou 0,52%, a 5.836,16 pontos, e o S&P 500 teve queda de 0,38%, para 2.344,93 pontos.
Os grandes bancos atuaram como um freio para o mercado em geral, o que tem sido comum em semanas recentes. Ao longo do último mês, o índice KBW Nasdaq Bank, que reúne os papéis dos 24 maiores bancos dos EUA, registra baixa de 7,7%, bem mais que o recuo de 1,2% do S&P 500 no mesmo período. Hoje, o índice KBW Nasdaq Bank teve baixa de 1,1%.
Citigroup, J.P. Morgan e Wells Fargo devem reportar resultados relativos ao primeiro trimestre antes da abertura dos mercados nesta quinta-feira, no início não oficial da temporada de balanços.
Durante a temporada, a expectativa é que as companhias americanas registrem os resultados mais fortes desde 2011, segundo a FactSet. Resultados sólidos são necessários para apoiar o rali das ações ocorrido após a eleição presidencial do ano passado, dizem alguns analistas. Para as ações se manterem nesse nível, é preciso que os resultados corporativos atendam às expectativas, afirmam eles.
"O mercado já embutiu nos preços a recuperação dos balanços", afirmou Andrew Slimmon, gerente sênior de portfólio do Morgan Stanley Investment Management, acrescentando que as ações parecem estar em uma "temporada calma" antes dos resultados, o que levou a certa paralisia em alguns preços. Segundo ele, geralmente quando os mercados "dão uma parada" antes da temporada de balanços, isso abre espaço para um período positivo para os papéis durante a temporada de balanços.
Enquanto isso, investidores ponderam os riscos políticos, além de questões como o momento e a probabilidade de o presidente Donald Trump aprovar reforma tributária e também de olho na eleição da França, bem como nos conflitos geopolíticos no Oriente Médio e na Península Coreana.
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