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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 11h19.

Jornal do Comércio

Economia

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contas públicas

Alterada em 12/04 às 11h21min

Previsão de déficit primário vai a R$ 147,049 bi, mostra Prisma Fiscal

Mesmo com o corte de R$ 42,1 bilhões no Orçamento Federal deste ano - anunciado pela equipe econômica no fim do mês passado - os analistas de mercado ouvidos pelo Ministério da Fazenda ainda acreditam que o Governo Central não conseguirá cumprir a meta de resultado primário de 2017. De acordo com o Prisma Fiscal de abril, divulgado nesta quarta-feira pela pasta, a mediana das projeções do mercado para o déficit neste ano recuou pouco, de R$ 149,884 bilhões para R$ 147,049 bilhões, enquanto a meta de saldo no vermelho em 2017 é de R$ 139 bilhões.
A data de corte do relatório é o quinto dia útil de abril (7), mesmo dia em que a equipe econômica revisou a meta de déficit primário de 2018 de R$ 79 bilhões para R$ 129 bilhões. Sem ter conhecimento da nova meta, os analistas projetaram déficit de R$ 123,606 bilhões para o próximo ano, ante uma estimativa de R$ 118,319 bilhões feita em março.
O Prisma deste mês revisou a previsão do mercado para a arrecadação em 2017 de R$ 1,348 trilhão para R$ 1,344 trilhão. Para 2018, essa projeção passou de R$ 1,443 trilhão para R$ 1,448 trilhão. Já a estimativa para a receita líquida do Governo Central neste ano passou de R$ 1,148 trilhão para R$ 1,146 trilhão, enquanto para o próximo ano passou de R$ 1,241 trilhão para R$ 1,233 trilhão.
Pelo lado do gasto, a projeção de despesas totais do Governo Central caiu de R$ 1,300 trilhão para R$ 1,295 trilhão, mesmo com o contingenciamento no orçamento. Para 2018, a estimativa passou de R$ 1,369 trilhão para R$ 1,360 trilhão.
Com isso, a mediana das projeções do Prisma para a Dívida Bruta do Governo Geral ao fim de 2017 passou de 75,60% do PIB para 75,42% do PIB. Para 2018, a estimativa que estava em 78,70% do PIB em março caiu para 78,53% do PIB no relatório desta quarta.
O Prisma também revisou as projeções fiscais para o segundo trimestre deste ano. Para abril, a estimativa de superávit primário passou de R$ 6,484 bilhões para R$ 6,900 bilhões. Para maio, a previsão é de déficit, que passou de R$ 15,466 bilhões para R$ 15,378 bilhões. Para junho, a projeção de saldo negativo passou de R$ 11,692 bilhões para
R$ 11,530 bilhões.
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