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Porto Alegre, quarta-feira, 12 de abril de 2017. Atualizado às 08h46.

Jornal do Comércio

Economia

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Mercado Financeiro

Cobre opera em baixa significativa, pressionado por questões geopolíticas

Os futuros de cobre operam em baixa significativa na manhã desta quarta-feira (12), em meio à continuidade de preocupações geopolíticas. Por volta das 7h35min (de Brasília), o cobre para três meses negociado na London Metal Exchange (LME) caía 0,94%, a US$ 5.714,00 por tonelada.

Na Comex, divisão de metais da bolsa mercantil de Nova Iorque (Nymex), o cobre para maio tinha queda de 1,11%, a US$ 2,5790 por libra-peso, às 8h15min (de Brasília).

Investidores dos mercados de metais básicos acompanham a escalada das tensões entre EUA e Coreia do Norte. Em mensagem publicada no Twitter ontem, o presidente dos EUA, Donald Trump, voltou a ameaçar a agir unilateralmente contra o regime norte-coreano se a China não ajudar a solucionar a questão.

O apetite por risco também é limitado pela situação no Oriente Médio. Na semana passada, os EUA bombardearam alvos na Síria, em retaliação a um ataque com armas químicas supostamente lançado por forças do governo sírio contra seus próprios cidadãos.

Preocupa também a aproximação do primeiro turno da eleição presidencial francesa, uma vez que a candidata de extrema-direita, Marine Le Pen, ainda tem chances de ganhar a disputa. Le Pen defende que a França seja retirada da zona do euro.

Segundo Commerzbank, o cobre também é pressionado pelos últimos dados de inflação da China. Em março, a inflação ao produtor chinês veio acima da expectativa, enquanto a inflação ao consumidor ficou abaixo do esperado. A disparidade indica que os produtores não estão repassando o aumento nos preços de matérias primas aos consumidores. Isso sugere "demanda contida e reduz os lucros das empresas", avaliou o banco alemão.

Entre outros metais básicos negociados na LME, as perdas eram generalizadas. Enquanto o alumínio mostrava baixa marginal de 0,03% no horário indicado acima, a US$ 1.921,50 por tonelada, o níquel recuava 0,91%, a US$ 9.760,00 por tonelada, o estanho diminuía 0,72%, a US$ 19.885,00 por tonelada, o zinco caía 0,02%, a US$ 2.574,50 por tonelada, e o chumbo perdia 0,62%, a US$ 2.240,00 por tonelada.
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